Categoria: Notícias

Jornalistas de “A Bola” sem subsídio de Natal

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) está cada vez mais preocupado com a situação que estão a viver os jornalistas de A Bola, A Bola TV e Auto Foco, que, depois de não terem recebido o subsídio de férias, veem agora a empresa a não pagar o subsídio de Natal, violando o estipulado no Código do Trabalho. O atropelo aos direitos dos trabalhadores seria sempre grave, mas torna-se inaceitável quando cerca de 70 profissionais da Sociedade Vicra Desportiva (detentora do jornal A Bola e da revista Auto Foco) e da Sociedade Vicra Comunicações (proprietária de A Bola TV) estão desde março em lay off, com uma violenta redução salarial, de mais de dois terços. Tendo em conta a violação dos deveres da empresa e constituindo a falta de pagamento dos subsídios de férias e Natal uma contraordenação laboral grave, o SJ fez uma exposição à ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho), esperando que esta entidade possa agir o mais rapidamente… ler mais

SJ presente em nova concentração contra despedimento no GMG

No dia em que vai decorrer a segunda reunião de informação e negociação relativa ao processo de despedimento coletivo no Global Media Group, o Sindicato dos Jornalistas (SJ) far-se-á representar, de novo, reafirmando a sua solidariedade, na concentração convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores das indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (Site-Norte) para esta quinta-feira. Trata-se da segunda ação de denúncia pública de um despedimento que envolve 81 trabalhadores, entre os quais 17 jornalistas, do DN, JN, O Jogo e outras publicações. O SJ reafirma que esta é uma decisão inaceitável,  sobretudo porque ocorre depois de o GMG ter recorrido a apoios do Estado, nomeadamente ao layoff simplificado aplicado a cerca de 530 trabalhadores.  O SJ reafirma que o layoff não pode servir para financiar despedimentos.  O SJ não aceita que sejam sempre os trabalhadores a pagar a fatura dos erros de gestão e junta-se solidariamente à iniciativa do Site-Norte. O protesto está agendado para quinta-feira, 10 de… ler mais

Protesto contra despedimento coletivo no Global Media Group

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) está solidário com a concentração convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (Site-Norte) em protesto contra o despedimento coletivo no Global Media Group. O despedimento em causa envolve 81 trabalhadores, entre os quais duas dezenas de jornalistas e muitos trabalhadores do setor gráfico do DN, JN, O Jogo e outras publicações. O SJ reafirma que esta é uma decisão inaceitável, sobretudo porque ocorre depois de o GMG ter recorrido a apoios do Estado, nomeadamente ao layoff simplificado, aplicado a cerca de 530 trabalhadores.  O SJ contesta – e fê-lo junto do Governo – que o layoff sirva, na prática, para financiar despedimentos.  O SJ assinala ainda que a pandemia não justifica, por si só, as dificuldades económicas do GMG. Em boa verdade, estas existiam antes da crise sanitária e decorrem de erros de gestão.  O SJ não aceita que a fatura desses erros seja paga pelos trabalhadores… ler mais

SJ condena ameaças a jornalistas durante manifestação

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) condena e lamenta as ameaças de que foram alvo alguns jornalista, em serviço para o Observador, para a SIC e para a RTP, pelo menos, durante o protesto dos empresários da restauração, este sábado, no Rossio, em Lisboa, conforme é noticiado na pagina online deste órgão de comunicação social.  Vivemos todos tempos difíceis, mas a insegurança ou a revolta não podem justificar nunca ameaças aos jornalistas, que estão no desempenho da sua missão de informar. De resto, não fossem os jornalistas e os protestos não teriam eco na população. Perante o sucedido, o SJ insta a direção do Observador a agir em conformidade, ou seja, a apresentar queixa às autoridades competentes na defesa do jornalista.  O SJ espera ainda que a própria Polícia de Segurança Pública (PSP), apesar de ter assegurado a integridade física do jornalista, atue em conformidade em relação a quem ameaça, na medida em que este episódio configura um crime público.  As imagens que… ler mais

SJ em debate sobre impacto da pandemia na saúde mental 

O Sindicato dos Jornalistas vai participar num debate online sobre o impacto da pandemia na saúde mental, que se realiza hoje, às 18h00, por iniciativa do Communitas. O debate assinala o Dia Mundial da Saúde Mental com um debate sobre os efeitos da pandemia na saúde mental dos portugueses, sobre acções e iniciativas de enquadramento e apoio e sobre o espaço que os media podem ter na mudança da perceção social sobre o tema. O debate contará com a participação de Alice Delerue Matos, coordenadora nacional do projeto SHARE (Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe), investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) e docente do ICS-UM; de Pedro Morgado, psiquiatra do Hospital de Braga, docente e vice-presidente da Escola de Medicina da Universidade do Minho; e de Sofia Branco, presidente da Direção do Sindicato de Jornalistas. O debate poderá ser acompanhado através do Facebook do Communitas e da página do CECS.

SJ pede audiência ao presidente do PSD

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) pediu uma audiência ao presidente e líder da bancada parlamentar do PSD, Rui Rio, para lhe transmitir o relato e o retrato das crescentes debilidades da comunicação social a nível nacional e regional.   A crise dos media, que já não era nova, agravou-se nos últimos meses com a pandemia da covid-19, pelo que foi com uma expectativa positiva, apesar de a considerar manifestamente insuficiente, que o SJ encarou a decisão do Governo, de 17 de abril, de antecipar as verbas já previstas para publicidade institucional – que, até ao dia de hoje, não chegaram às empresas. Esta demora de um apoio que se apresentou como urgente já levou o SJ a questionar o próprio primeiro-ministro, sem resposta.   A par disto, nos últimos meses, Rui Rio tomou posições públicas que levam a crer que não terá sido bem informado sobre o referido apoio de adiantamento das verbas da publicidade, que ainda não saiu do… ler mais

SJ denuncia jornalistas ‘temporários’ na TVI

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) enviou uma queixa à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), denunciando a existência de duas dezenas de jornalistas contratados através de empresas de trabalho temporário na TVI/Media Capital. A queixa baseia-se em elementos fornecidos pela delegada sindical e pela comissão de trabalhadores da TVI, que o SJ recebeu na quarta-feira. O assunto foi, entretanto, noticiado publicamente (https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/tvi-tem-mais-de-20-jornalistas-de-empresas-de-trabalho-temporario). Na queixa, o SJ assinala que os referidos trabalhadores ‘temporários’ prestam serviço em igualdade de circunstâncias, sujeitos a escalas, horários e responsabilidades em tudo iguais aos trabalhadores do quadro da TVI/Media Capital. A denúncia desta situação torna-se ainda mais urgente no atual contexto, de novos acionistas e contratações. O SJ recorda que os jornalistas da TVI/Media Capital não têm progressão salarial significativa há vários anos, nem plano de carreiras acordado, que possam nivelar os desequilíbrios salariais existentes. O SJ assinala que, no atual quadro de investimento na empresa, é fundamental existir um acordo de empresa, que estabeleça… ler mais

Prémio de jornalismo para melhor reportagem sobre a dor

A Associação Portuguesa de Imprensa (API), o CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto, a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ) e o Sindicato dos Jornalistas (SJ), reunidos no dia 22 de julho, sugeriram a criação de uma comissão de acompanhamento conjunta com a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, que se mostrou recetiva à proposta.

API, CNID, CCPJ e SJ propõem comissão de acompanhamento à Liga de Futebol

A Associação Portuguesa de Imprensa (API), o CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto, a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ) e o Sindicato dos Jornalistas (SJ), reunidos no dia 22 de julho, sugeriram a criação de uma comissão de acompanhamento conjunta com a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, que se mostrou recetiva à proposta.