Categoria: Notícias/Nacional

Congresso debate relação entre Género e Media

Um quarto de século depois da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, um congresso internacional propõe-se fazer o balanço dos progressos alcançados desde a adoção do histórico documento e pensar uma agenda de investigação e ação transnacional sobre a relação entre o Género e os Media para os próximos anos. O Congresso Internacional Género e Média: desafios de Pequim + 25 é uma iniciativa conjunta do Grupo de Trabalho em Género e Sexualidades da Associação Portuguesa das Ciências da Comunicação (SOPCOM) e do Research and Policy Committee da GAMAG – Global Alliance on Media and Gender, em parceria com a Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres (APEM), a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) e o Global Media Monitoring Project (GMMP) O Congresso decorrerá online nos dias 2 e 3 de dezembro, contemplando sessões em língua portuguesa, inglesa e espanhola (programa aqui: https://gmbeijing25.wordpress.com/). Sofia Branco, presidente da Direção do SJ, participará numa mesa redonda, hoje, às… ler mais

Protesto contra despedimento coletivo no Global Media Group

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) está solidário com a concentração convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (Site-Norte) em protesto contra o despedimento coletivo no Global Media Group. O despedimento em causa envolve 81 trabalhadores, entre os quais duas dezenas de jornalistas e muitos trabalhadores do setor gráfico do DN, JN, O Jogo e outras publicações. O SJ reafirma que esta é uma decisão inaceitável, sobretudo porque ocorre depois de o GMG ter recorrido a apoios do Estado, nomeadamente ao layoff simplificado, aplicado a cerca de 530 trabalhadores.  O SJ contesta – e fê-lo junto do Governo – que o layoff sirva, na prática, para financiar despedimentos.  O SJ assinala ainda que a pandemia não justifica, por si só, as dificuldades económicas do GMG. Em boa verdade, estas existiam antes da crise sanitária e decorrem de erros de gestão.  O SJ não aceita que a fatura desses erros seja paga pelos trabalhadores… ler mais

Debate quo vadis, Europa?

No ano em que em que várias instituições portuguesas e alemãs se juntaram para lançar o Prémio de Jornalismo Luso-Alemão (candidaturas até 15 de abril de 2021), o Goethe-Institut Portugal apresenta, em colaboração com a Universidade Católica de Lisboa, o debate online Fake News – O jornalismo europeu enfrenta novos desafios. O debate conta com a participação de Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica de Lisboa e investigadora no campo dos Estudos de Cultura, Bernhard Pörksen, professor de Estudos dos Media na Universidade de Tübingen e autor de livros sobre a matéria e João Vieira Pereira, diretor do semanário Expresso, e terá como moderadora Luísa Meireles, Diretora da agência de notícias LUSA. O debate tem como objetivo analisar o contexto que possibilitou a vasta disseminação de fake news nos media europeus, e que desequilibrou o papel dos media enquanto 4.º poder, tendo em conta o papel que a internet, as redes sociais e os smartphones desempenharam nesta grande revolução… ler mais

Os jornalistas e a verdade

A liberdade de expressão exige um nível de responsabilidade acrescido e uma maior literacia mediática, que possibilite a cada cidadão distinguir o tipo de informação que consome. Produzir informação não é fazer jornalismo e, por si só, não faz do produtor de informação um jornalista. Neste contexto, a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista e o Sindicato dos Jornalistas alertam para a proliferação de meios e formas de comunicação no meio digital que se apresentam como sendo órgãos jornalísticos não o sendo e que transmitem informação não verificada, sem fundamento científico e/ou sem qualquer independência face a interesses nunca revelados, porque nada os obriga a isso. O jornalismo é uma atividade sujeita a escrutínio público e legal, que começa na formação do profissional e se desenvolve, na tarimba, diariamente, com alto grau de exigência técnica e ética, devendo o jornalista profissional cumprir o Código Deontológico dos Jornalistas e agir dentro do quadro ético-legal previsto no Estatuto do Jornalista, consolidado na… ler mais

O mundo do trabalho e a emergência climática: análise de casos e práticas sindicais

A associação Práxis – Reflexão e debate sobre trabalho e sindicalismo realiza, amanhã, às 21h00, através de  videoconferência, um debate sobre o mundo do trabalho e a emergência climática. Sabendo que não existe uma transição justa para uma economia mais verde sem a participação dos trabalhadores e dos sindicatos, a Práxis propõe um debate entre ativistas do mundo do trabalho que parta da análise e testemunho de casos concretos para a reflexão coletiva. Participam António Chora, ex-coordenador da comissão de trabalhadores da Autoeuropa, Eugénio Santa Bárbara, ativista ambiental, e José Janela, professor e sindicalista. A introdução do debate estará a cargo de Georgio Casula, do grupo Trabalho e Justiça Climática da Práxis e terá a moderação de António Avelãs, sindicalista e membro da assembleia geral da Práxis.  

SJ envia queixa sobre incidentes contra jornalistas que cobriam manifestação

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) enviou hoje uma queixa à Procuradoria-Geral da República sobre os incidentes que envolveram os jornalistas que cobriam o protesto dos empresários da restauração, no sábado, no Rossio, em Lisboa. O SJ enviou a mesma queixa ao ministro da Administração Interna, dando conta dos relatos que recebeu dos jornalistas visados, ao serviço de órgãos de informação como Observador, SIC e RTP. Ao mesmo tempo, questionou o ministro sobre as diligências desencadeadas pela Polícia de Segurança Pública (PSP) após o episódio, que configura um crime público. O SJ insta as Direções dos órgãos de informação visados que apresentem queixa (ou se juntem à queixa do SJ), em defesa dos seus jornalistas e da liberdade de imprensa. O SJ realça que o atual contexto de pandemia, e a insegurança ou a revolta que o acompanham, não pode justificar ameaças aos jornalistas, que estão no desempenho da sua missão de informar. De resto, não fossem os jornalistas e os… ler mais

SJ apela à ação da ERC contra utilização de conteúdos não jornalísticos

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apelou hoje à ação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra a utilização de conteúdos não jornalísticos, bem como à rejeição desta prática por parte das Direções dos órgãos de informação. O SJ vê com elevada preocupação o aumento de situações em que as imagens (vídeo ou fotografias) e os sons usados pelos órgãos de comunicação social são cada vez mais cedidos por agências de comunicação e/ou instituições públicas e privadas, ao invés de serem recolhidos pelos próprios órgãos de comunicação social e seus jornalistas. Nos dias de hoje, em que os recursos são escassos e as redações estão depauperadas, é preocupante que os órgãos de comunicação social optem, na maior parte das vezes, pelo caminho mais fácil, utilizando estes conteúdos cedidos, que estão longe de ser jornalísticos. Julgamos que não é necessário evidenciar que a utilização recorrente de imagens cedidas pelas agências de comunicação, clubes desportivos, instituições públicas ou privadas é uma… ler mais

SJ condena ameaças a jornalistas durante manifestação

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) condena e lamenta as ameaças de que foram alvo alguns jornalista, em serviço para o Observador, para a SIC e para a RTP, pelo menos, durante o protesto dos empresários da restauração, este sábado, no Rossio, em Lisboa, conforme é noticiado na pagina online deste órgão de comunicação social.  Vivemos todos tempos difíceis, mas a insegurança ou a revolta não podem justificar nunca ameaças aos jornalistas, que estão no desempenho da sua missão de informar. De resto, não fossem os jornalistas e os protestos não teriam eco na população. Perante o sucedido, o SJ insta a direção do Observador a agir em conformidade, ou seja, a apresentar queixa às autoridades competentes na defesa do jornalista.  O SJ espera ainda que a própria Polícia de Segurança Pública (PSP), apesar de ter assegurado a integridade física do jornalista, atue em conformidade em relação a quem ameaça, na medida em que este episódio configura um crime público.  As imagens que… ler mais

Verdade ou Mentira

Vai ser lançado amanhã, sexta-feira, 13, o jogo pedagógico «Verdade ou Mentira». Criado para estimular o desenvolvimento do sentido crítico dos jovens perante as imagens e notícias com que se vão confrontando diariamente, o jogo seque uma lógica de «quiz», sendo acompanhado de uma área pedagógica sobre como detetar notícias falsas. O jogo, criado com a colaboração do jornalista Paulo Pena e desenvolvido por Ricardo Fonseca, da B.creative media, surge como recurso pedagógico para a área da literacia para os media, no âmbito da cidadania e desenvolvimento. O lançamento terá lugar pelas 15h, no auditório do Agrupamento Escolas Eça de Queirós em Lisboa, e poderá ser visto em direto online (https://www.dge.mec.pt/videodifusao).    

Lay-off não pode servir para financiar despedimentos

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) denuncia que o regime de “lay-off” simplificado, que tem como propósito a manutenção dos postos de trabalho e mitigar situações de crise empresarial, a que o Global Media Group (GMG) recorreu em abril, acabou por financiar mais um despedimento coletivo. O SJ escreveu ao primeiro-ministro, às ministras do Trabalho e da Cultura, ao Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media e ao Grupos Parlamentares da Assembleia da República, exigindo que intervenham no âmbito do presente processo de despedimento coletivo, suspendendo-o ou procurando soluções alternativas, sob pena de se generalizar o recurso ao regime do lay-off simplificado como operação de tesouraria, que, na prática, servirá para financiar despedimentos coletivos. O SJ assinala que, se o objetivo real do lay-off simplificado é a manutenção do nível de emprego, as autoridades mencionadas têm a obrigação de garantir que assim seja. No passado dia 20 de abril de 2020, o GMG – que detém JN, DN, O Jogo… ler mais