Categoria: Notícias/Nacional

Bolsas de Jornalismo em saúde

Anúncio dos vencedores amanhã O anúncio dos jornalistas e projetos vencedores da edição de 2020 das Bolsas de Jornalismo em saúde, será feito no dia 9 de março pelas 11 horas, através de uma cerimónia digital que pode ser seguida na página do Facebook do Sindicato do Jornalistas ou através do site da Roche. O evento on-line pretende também contribuir para uma reflexão sobre o jornalismo na atualidade, a forma como foi afetado pela pandemia, incluindo ainda o papel do jornalismo especializado na área da Saúde. Vão ser atribuídas cinco bolsas num valor total de 10 mil euros. Foram apresentadas mais de 30 candidaturas que foram avaliadas por um júri independente composto por: Graça de Freitas, Diretora-geral da Saúde, Constantino Sakellarides, Médico e Professor Catedrático, por Sara Sá, jornalista, Ricardo Encarnação, Diretor médico da Roche e Isabel Nery, do Sindicato dos Jornalistas. As Bolsas de Jornalismo são uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas, em parceria com a Roche, e visam ler mais

SJ apoia campanha que exige auditorias de género nos media

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apoia a campanha #PayMeEqual, da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ), que insta os órgãos de informação a realizarem auditorias salariais e combaterem a desigualdade entre mulheres e homens nas redações A campanha global #PayMeEqual – lançada hoje, Dia Internacional da Mulher – assenta na premissa de que “é tempo de acabar com a desigualdade salarial nos media”. A FIJ realça que “o jornalismo não é exceção” à “injustiça” da disparidade salarial – que, no mundo, atribui aos homens salários 23% superiores aos das mulheres por trabalho de igual valor. “A ausência de dados desagregados por género e de transparência salarial nos media são as principais barreiras à negociação para reduzir as desigualdades salariais”, alerta a FIJ. A presidente do Conselho de Género da FIJ, María Angeles Samperio, citada no comunicado, defende que são necessárias “auditorias salariais nas redações, para ajudar a eliminar as disparidades salariais de género”.

Contributos do SJ para o Plano de Recuperação e Resiliência

O Sindicato dos Jornalistas enviou contributos ao Plano de Recuperação e Resiliência, em consulta pública até hoje, no sentido de incluir o setor da comunicação social, gravemente afetado pela pandemia, e do apoio à sustentabilidade de um jornalismo livre e independente.   CONTRIBUTOS DO SINDICATO DOS JORNALISTAS PARA O PLANO DE RECUPERAÇÃO E RESILIÊNCIA   A pandemia veio acentuar as fragilidades do setor da comunicação social, que já precisava, e agora precisa ainda mais, de medidas de apoio urgentes e estruturais que reforcem a sua capacidade para enfrentar o impacto e tornar-se mais resiliente e sustentável. Porque entendemos que não é possível construir futuro sem jornalismo rigoroso, independente e sustentável, consideramos que a proteção e o reforço de uma informação credível e verificada, enquanto bem público e pilar essencial da sociedade democrática, devia ser um eixo transversal ao Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2029. O jornalismo desempenha ainda um papel fundamental no combate à desinformação e às fake news, a ler mais

SJ denuncia intimidação a jornalista por parte do líder do Chega

SJ denuncia intimidação a jornalista por parte do líder do Chega   O deputado André Ventura, líder do partido Chega, publicou numa rede social, falsas insinuações contra um jornalista, desencadeando um rol de comentários agressivos, numa inaceitável tentativa de intimidação, que o Sindicato dos Jornalistas (SJ) entende dever denunciar publicamente. A liberdade de expressão é um direito de todos, sem exceção, mas deve ser exercida com responsabilidade e não pode servir o incitamento ao ódio, nomeadamente por parte de quem ocupa cargos públicos e/ou de representação dos cidadãos. Ao identificar um jornalista – por nome profissional e fotografia – acusando-o de publicar “mentiras” e atribuindo-lhe abusiva e enganadoramente propósitos ocultos, o deputado André Ventura desencadeou uma cadeia de insultos e ameaças ao visado – e, através dele, ao livre exercício do jornalismo, imprescindível em democracia. O SJ manifesta a sua solidariedade com o jornalista visado, disponibilizando os serviços do seu gabinete jurídico para o que este entender ser necessário.

Autoridade para as Condições do Trabalho em debate

A organização Práxis-Trabalho e Sindicalismo vai realizar um debate sobre a situação da Autoridades para as Condições do Trabalho (ACT), nomeadamente sobre os seus recursos e meios em contexto de teletrabalho, no dia 24 de fevereiro, às 21h00. A videoconferência “A ACT e a Proteção do Trabalho na Pandemia: O Que é Preciso Mudar?” contará com as intervenções de Carla Monteiro, inspetora do trabalho e dirigente sindical, Francisco Figueiredo, dirigente sindical da hotelaria e turismo/CGTP-IN, João Leal Amado, professor na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e especialista em Direito do Trabalho, e Vanda Cruz, dirigente sindical da UGT. A moderação estará a cargo da presidente da Direção do Sindicato dos Jornalistas, Sofia Branco, e Henrique Sousa, da direção da Práxis, fará as conclusões. As inscrições podem ser feitas em https://tinyurl.com/1pxo1jfy e a videoconferência será transmitida nas redes sociais da associação Práxis.

SJ questiona Governo sobre situação na Lusa

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) pediu hoje esclarecimentos urgentes sobre a situação financeira da Lusa ao secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva. O SJ acompanha com preocupação as declarações feitas pela administração da Lusa, em reunião com a Comissão de Trabalhadores da agência, divulgadas no dia 11, segundo as quais a Lusa recebeu apenas há dias 604 mil euros dos 1,5 milhões de euros aprovados pelo Parlamento em acréscimo ao orçamentado para 2020. A administração confirmou, à mesma Comissão de Trabalhadores, que “a situação de tesouraria não é fácil”, garantindo apenas um mês e meio, e admitiu que, se a situação não se alterar, a Lusa pode terminar o ano com prejuízo. Este cenário tem sido recorrente na Lusa, pelo que o SJ instou o Governo a intervir urgentemente. O SJ considera ainda inaceitável que, mais uma vez, a Lusa esteja a laborar sem contrato-programa assinado com o Estado. O SJ questionou ainda o Ministério ler mais

O feriado do Carnaval

Sindicato dos Jornalistas esclarece dúvidas relacionadas com o feriado de Carnaval, que se assinala na próxima terça-feira, 16 de Fevereiro. A maioria dos jornalistas portugueses tem direito ao feriado de Carnaval, determinam os acordos colectivos assinados entre empregadores e jornalistas. Lê com atenção as informações que se seguem, revistas pelo Gabinete Jurídico do Sindicato dos Jornalistas. 1. O dia de Carnaval é feriado? O Código do Trabalho prevê que, além dos feriados obrigatórios, podem ser observados, a título de feriado, o dia de Carnaval e os feriados municipais, desde que isso esteja previsto nos Instrumentos de Regulamentação Colectiva de Trabalho (IRCT). No caso dos jornalistas, são aplicáveis, actualmente, os seguintes IRCT: • CCT para a Imprensa (jornalistas sindicalizados e ao serviço das empresas proprietárias de publicações, incluindo electrónicas e digitais) • CCT da Radiodifusão (jornalistas filiados no Sindicato dos Jornalistas e ao serviço de empresas que fazem parte da Associação Portuguesa de Radiodifusão/APR) • Acordo de Empresa da Lusa (jornalistas ler mais

Dia Mundial da Rádio – A rádio que se reinventa

Já temos quase um ano de experiência e vivência a par com esta pandemia e se há certezas que saem reforçadas, uma delas é a de que um Jornalismo sério, rigoroso e independente é essencial numa democracia. Diz-nos o Digital News Report do Instituto Reuters que Portugal é, a par com a Finlândia, dos países onde mais se confia em notícias, entre 40 nações. Só podemos ficar orgulhosos, apesar dos tempos sombrios que vivemos e que aumentam as nossas preocupações em relação às condições e aos postos de trabalho no setor dos media. Mas neste dia queremos falar da rádio, não só da rádio que informa, mas também da que aproxima, que relaciona, que integra e inclui. Que salva, até. Em plena pandemia, duas rádios ouvidas em cinco dos dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, apostaram no teatro radiofónico, contornando a impossibilidade de o público ir às salas de espetáculo. O mesmo teatro radiofónico que, em Moçambique, regressou ler mais

SJ pede avaliação sobre inclusão de jornalistas entre trabalhadores essenciais

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) pediu ao Governo uma avaliação dos/as jornalistas, enquanto grupo profissional, face à classificação de trabalhador/a essencial. Os jornalistas estão na linha da frente desde março de 2020, para garantir à população o direito à informação, consagrado na Constituição da República Portuguesa. Infelizmente, os jornalistas trabalham em condições cada vez mais difíceis e precárias, que o fecho das escolas só veio piorar. Ora, a mobilização para o serviço ou prontidão dos jornalistas – que tem de ser constante para responder a um desígnio constitucional e democrático – obsta, frequentemente, a que estejam em condições de prestar assistência a filhos ou outros dependentes a cargo. O SJ entende que essa classificação seria uma medida justa e simples, que poderia ajudar muitos, nomeadamente os casais em que ambos são jornalistas, particularmente no acesso às escolas especiais, que se mantêm abertas para receber os/as filhos/as dos/as trabalhadores/as essenciais. Nesse sentido, o SJ dirigiu um pedido, por escrito, ao primeiro-ministro ler mais

Parlamento Europeu defende direito a desligar

O Parlamento Europeu defende a adoção de uma lei da União Europeia que garanta aos trabalhadores o direito a desligar do trabalho, sem com isso sofrerem qualquer retaliação. Na iniciativa legislativa aprovada recentemente, com 472 votos a favor, 126 contra e 83 abstenções, os eurodeputados apelam à Comissão Europeia que proponha uma lei que permita a quem trabalhe por meios digitais desligar os aparelhos fora do horário de trabalho. A lei deverá também definir os requisitos mínimos do teletrabalho e clarificar as condições de trabalho, o horário e os períodos de descanso. Os eurodeputados consideram o direito a desligar um direito fundamental, que permite que os trabalhadores se abstenham de desempenhar tarefas relacionadas com o trabalho – como telefonemas, mensagens de correio eletrónico e outras comunicações digitais – fora do seu horário laboral, incluindo férias e outros tipos de licença. Os Estados-membros são encorajados a tomar todas as medidas necessárias para permitir o exercício desse direito aos trabalhadores, nomeadamente através ler mais