<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Sindicato dos Jornalistas</title>
	<atom:link href="https://jornalistas.eu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalistas.eu</link>
	<description>Sindicato dos Jornalistas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 Sep 2026 14:09:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.6.7</generator>

<image>
	<url>https://jornalistas.eu/wp-content/uploads/2019/01/favicon.png</url>
	<title>Sindicato dos Jornalistas</title>
	<link>https://jornalistas.eu</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Candidaturas abertas à nova edição das Bolsas de Jornalismo em Saúde</title>
		<link>https://jornalistas.eu/candidaturas-abertas-a-nova-edicao-das-bolsas-de-jornalismo-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23751</guid>

					<description><![CDATA[Com o objetivo de fomentar e incentivar a elaboração de trabalhos jornalísticos na área da saúde, realiza-se mais uma edição &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/candidaturas-abertas-a-nova-edicao-das-bolsas-de-jornalismo-em-saude/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de fomentar e incentivar a elaboração de trabalhos jornalísticos na área da saúde, realiza-se mais uma edição das Bolsas de Jornalismo, uma iniciativa do Sindicato de Jornalistas em parceria com a Roche. Este ano vão ser atribuídas quatro bolsas, uma por cada área (Digital, Imprensa, Rádio e Televisão), com o valor unitário de 2.500 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem candidatar-se a este programa todos os jornalistas com carteira profissional válida, ou título provisório de estagiário. As candidaturas decorrem até 25 de setembro e devem ser submetidas no site <a href="https://www.bolsasdejornalismo.pt/regist/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">bolsasdejornalismo.pt</a>. Nesta edição são temas preferenciais: Saúde Pública; Inovação em Saúde; Dados em Saúde; Prevenção; Qualidade de Vida e Longevidade; Valor Social da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Com este programa, pretende-se incentivar a criação de conteúdos que contribuam para uma sociedade mais informada e esclarecida sobre questões de saúde, premiando a qualidade e originalidade, com a garantia de absoluta liberdade editorial dos Jornalistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhos propostos deverão concretizar a intervenção dos meios de comunicação social na contribuição para a melhoria da qualidade dos cuidados de saúde e da qualidade de vida dos doentes. O júri da edição deste ano é composto por Luís Simões, Presidente do Sindicato dos Jornalistas; Maria Flor Pedroso, Presidente do Clube de Jornalistas; Miguel Crespo, Diretor do CENJOR &#8211; Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas; Rita Sá Machado, Diretora-Geral da Saúde; e Cláudia Ricardo, Diretora de Assuntos Externos da Roche Farmacêutica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vencedores serão anunciados publicamente numa cerimónia em data e local a comunicar brevemente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre as Bolsas de Jornalismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As Bolsas de Jornalismo são uma iniciativa do Sindicato de Jornalistas em parceria com a Roche, com periodicidade bianual, que teve a sua primeira edição em 2018 e que desde então já distinguiu o trabalho de 15 jornalistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na última edição, em 2024, foram distinguidos os seguintes projetos:<br />
<strong>&#8211; </strong>Tiago Ramalho, do Público, na categoria Imprensa, com “Quem vence as narrativas sobre a saúde no TikTok?”;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; </strong>Daniela Costa Teixeira, da CNN Portugal, na categoria Digital, “Uma segunda data de nascimento: a vida depois do diagnóstico de endometriose”;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8211; </strong>Fábio Jorge Monteiro Lino, da Rádio Renascença, na categoria Rádio, com “Maternidades adiadas: como as portuguesas estão a criopreservar o futuro”;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ana Peneda Moreira, da SIC, na categoria Televisão, com “Prescrição Social”. Cada um dos projetos recebeu uma bolsa no valor de 2.500 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações sobre o Programa de Bolsas, regulamento e formulário de candidatura, aceda ao seguinte endereço: <a href="http://www.bolsasdejornalismo.pt" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">www.bolsasdejornalismo.pt</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Candidatura abertas para o Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva</title>
		<link>https://jornalistas.eu/candidatura-abertas-para-o-premio-jornalismo-de-excelencia-vicente-jorge-silva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 10:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23747</guid>

					<description><![CDATA[A 6.ª edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva, que visa distinguir trabalhos de diferentes estilos jornalísticos da &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/candidatura-abertas-para-o-premio-jornalismo-de-excelencia-vicente-jorge-silva/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A 6.ª edição do Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva, que visa distinguir trabalhos de diferentes estilos jornalísticos da imprensa escrita, abriu as suas candidaturas, que decorrem até ao dia 30 de setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Instituído pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, com o apoio institucional do Clube de Jornalistas, o Prémio atribui anualmente uma bolsa para a investigação jornalística no valor de 5.000 € e pretende também, através deste contributo, reconhecer, homenagear e perpetuar a figura marcante do jornalismo em Portugal que foi a de Vicente Jorge Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem candidatar-se ao prémio jornalistas de qualquer nacionalidade, titulares de carteira profissional, de cartão equiparado a jornalista, de cartão de correspondente estrangeiro ou de título provisório de estagiário, que tenham publicado ou difundido, em 2025, trabalhos jornalísticos em órgãos de comunicação social portugueses.</p>
<p style="text-align: justify;">As candidaturas fazem-se exclusivamente online e devem ser submetidas, por via eletrónica, através do preenchimento do formulário disponível em <a href="https://premiovicentejorgesilva.pt/candidaturas-2026/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">premiovicentejorgesilva.pt</a>, de acordo com o <a href="https://premiovicentejorgesilva.pt/wp-content/uploads/2026/09/REGULAMENTO-PJEVJS.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">regulamento</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O júri é composto pelos jornalistas Nicolau Santos (RTP), que o preside, David Pontes (<em>Público</em>), João Vieira Pereira (<em>Expresso</em>), Luísa Meireles (Lusa) e Rui Cardoso (Clube de Jornalistas).</p>
<p style="text-align: justify;">De recordar que a 1.ª edição deste Prémio realizada em 2021, distinguiu o artigo <em>“Estados Unidos da América, crónica de uma (des)união”</em>, assinado pela jornalista Isabel Lucas e publicado no jornal <em>Público</em>. Na 2.ª edição, o vencedor foi o artigo de investigação <em>“Por ti, Portugal, eu juro!”</em>, assinado por Sofia da Palma Rodrigues, Diogo Cardoso e Luciana Maruta, publicado na <em>Divergente</em>, na 3.ª edição, foi distinguido o trabalho de investigação <em>“O braço-armado do Chega”</em>, assinado pelo jornalista Miguel Carvalho e publicado na revista <em>Visão, e, na 4.ª edição,</em> “<em>Morte no rio do ouro”</em>, trabalho assinado pela jornalista Christiana Martins e publicado no jornal <em>Expresso</em>, foi o grande vencedor. A última edição, em 2025, distinguiu o trabalho <em>“Mitra, o depósito dos miseráveis”, </em>publicado no jornal <em>Expresso</em> e assinado por Raquel Moleiro, Joana Pereira Bastos, Tiago Miranda e Rúben Tiago Pereira.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assembleia Geral Extraordinária &#124; Informação</title>
		<link>https://jornalistas.eu/assembleia-geral-extraordinaria-informacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 17:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 3]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23745</guid>

					<description><![CDATA[INFORMAÇÃO Tendo sido convocada uma Assembleia Geral Extraordinária para deliberar sobre alterações aos atuais Estatutos do Sindicato e tendo sido &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/assembleia-geral-extraordinaria-informacao/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>INFORMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tendo sido convocada uma Assembleia Geral Extraordinária para <strong>deliberar sobre alterações aos atuais Estatutos do Sindicato </strong>e tendo sido realizadas até ao momento sessões a 18 e 25 de junho e 2 de julho, a Mesa da Assembleia Geral informa que as sessões serão retomadas conforme o exposto abaixo<strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na quarta sessão</strong>, a realizar a <strong>17 de setembro</strong>, às 20h00, a Assembleia reunirá:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na Sede do Sindicato, Rua Armindo Rodrigues, 7A, em Lisboa;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na Delegação Norte, R. de Fernandes Tomás, n.º 424, 4.º andar, salas 4 e 5, 4000-210 Porto;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na Delegação da Madeira, Largo do Corpo Santo 14/16, 9050-031 Funchal;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Online, no seguinte link de sala Zoom:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://us06web.zoom.us/j/3786231067?pwd=MUhHMnF0VWFRMWg2bzRzeDM4T3pOUT09&amp;omn=83390840851" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">https://us06web.zoom.us/j/3786231067?pwd=MUhHMnF0VWFRMWg2bzRzeDM4T3pOUT09&amp;omn=83390840851</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A quinta sessão</strong> realizar-se-á no dia 24 de setembro, no mesmo horário e locais, com o seguinte link:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://us06web.zoom.us/j/3786231067?pwd=MUhHMnF0VWFRMWg2bzRzeDM4T3pOUT09&amp;omn=87653832648" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">https://us06web.zoom.us/j/3786231067?pwd=MUhHMnF0VWFRMWg2bzRzeDM4T3pOUT09&amp;omn=87653832648</a></p>
<p style="text-align: justify;">Não havendo número legal de sócios às horas indicadas, as Assembleias funcionarão <strong>uma hora mais tarde</strong> com qualquer número de sócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Lisboa, 27 de agosto de 2026.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Presidente da Mesa da Assembleia Geral </strong></p>
<ol>
<li style="text-align: justify;"><strong>Cláudia Lobo</strong></li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Candidaturas abertas para o programa Youth Facing Disinformation – Why Journalists Matter</title>
		<link>https://jornalistas.eu/candidaturas-abertas-para-o-programa-youth-facing-disinformation-why-journalists-matter/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 10:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23741</guid>

					<description><![CDATA[Encontra-se aberto o período de candidaturas para o evento europeu de juventude &#8220;Youth Facing Disinformation – Why Journalists Matter&#8220;, que &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/candidaturas-abertas-para-o-programa-youth-facing-disinformation-why-journalists-matter/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Encontra-se aberto o período de candidaturas para o evento europeu de juventude &#8220;<a href="https://www.coe.int/en/web/freedom-expression/youth-facing-disinformation-why-journalists-matter?p_l_back_url=%2Fen%2Fgroup%2Ffreedom-expression%2F~%2Fcontrol_panel%2Fmanage%3Fp_p_id%3Dcom_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dmaximized%26p_p_mode%3Dview%26_com_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet_tabs1%3Dpages%26_com_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet_privateLayout%3Dfalse%26_com_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet_displayStyle%3Dmiller-columns%26p_r_p_selPlid%3D24391920%26p_r_p_layoutSetBranchId%3D0%26p_p_auth%3DqXxOLRKY" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><strong>Youth Facing Disinformation – Why Journalists Matter</strong></a>&#8220;, que decorrerá em <strong>Estrasburgo, nos dias 9 e 10 de novembro de 2026</strong>, no âmbito da <strong>campanha do Conselho da Europa</strong> &#8220;<a href="https://www.coe.int/en/web/freedom-expression/safety-of-journalists-campaign" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><strong>Journalists Matter</strong></a>&#8220;, dedicada à <strong>promoção da segurança dos jornalistas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta iniciativa reunirá <strong>46 jovens provenientes dos Estados-Membros do Conselho da Europa</strong> para debater, aprender e trocar experiências com jornalistas, criadores de conteúdos digitais, decisores políticos, investigadores e especialistas em comunicação social.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de dois dias, os participantes terão a oportunidade de refletir sobre o impacto da desinformação no ecossistema informativo atual, compreender a importância do jornalismo para a democracia e explorar formas de reforçar a integridade da informação e a resiliência democrática.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa combinará uma <strong>conferência de alto nível no Palais de l&#8217;Europe</strong> com <strong>sessões de trabalho interativas no European Youth Centre Strasbourg</strong>. Entre os temas em destaque incluem-se:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A desinformação e a manipulação da informação;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O jornalismo na era digital;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A literacia mediática e a inteligência artificial;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A segurança dos jornalistas e a resiliência democrática.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Podem <strong>candidatar-se jovens entre os 18 e os 30 anos</strong>, residentes num Estado-Membro do Conselho da Europa, com interesse ou experiência em áreas como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Jornalismo e comunicação social;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Criação de conteúdos digitais;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Literacia mediática e da informação;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Educação e trabalho com jovens;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Direitos humanos e participação democrática;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Verificação de factos, inteligência artificial e integridade da informação.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">São particularmente <strong>encorajadas as candidaturas</strong> de <strong>jornalistas, estudantes de jornalismo, criadores de conteúdos, líderes juvenis, educadores, investigadores e representantes de organizações juvenis e da sociedade civil</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Línguas de trabalho</strong>: inglês e francês (com interpretação durante as sessões plenárias).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Conselho da Europa assegurará as despesas de viagem, alojamento e alimentação dos participantes selecionados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Candidatura</strong>: <a href="https://forms.cloud.microsoft/Pages/ResponsePage.aspx?id=grBJPtViSUilsIbtUZKH0uxCtZHoyl1IijGvukR72VpUNURHSUI2VFA0MUxUOUVTRlM3OFRPVDBZUi4u" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Formulário</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prazo</strong>: 6 de julho a 1 de setembro de 2026</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comunicação dos resultados</strong>: até 17 de setembro de 2026</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais informações</strong>: <a href="https://www.coe.int/en/web/freedom-expression/youth-facing-disinformation-why-journalists-matter?p_l_back_url=%2Fen%2Fgroup%2Ffreedom-expression%2F~%2Fcontrol_panel%2Fmanage%3Fp_p_id%3Dcom_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dmaximized%26p_p_mode%3Dview%26_com_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet_tabs1%3Dpages%26_com_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet_privateLayout%3Dfalse%26_com_liferay_layout_admin_web_portlet_GroupPagesPortlet_displayStyle%3Dmiller-columns%26p_r_p_selPlid%3D24391920%26p_r_p_layoutSetBranchId%3D0%26p_p_auth%3DqXxOLRKY" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SJ pede mediação do Ministério do Trabalho para negociar CCT Rádio</title>
		<link>https://jornalistas.eu/sj-pede-mediacao-do-ministerio-do-trabalho-para-negociar-cct-radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:42:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23738</guid>

					<description><![CDATA[O Sindicato dos Jornalistas (SJ) pediu ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) a abertura de um processo &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/sj-pede-mediacao-do-ministerio-do-trabalho-para-negociar-cct-radio/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Sindicato dos Jornalistas (SJ) pediu ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) a abertura de um processo de conciliação para retomar as negociações da contratação coletiva no setor da rádio. A má-fé negocial demonstrada pelas associações patronais ao longo do último ano conduziu a este pedido de mediação estatal, remetido à Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).</p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>julho de 2025</strong>, após auscultar as pessoas associadas por todo o país, a direção do SJ remeteu à Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) uma proposta de revisão do contrato coletivo que está em vigor desde 2002, que incluía a urgente atualização dos ordenados, colocando-os em linha com o acordado na Imprensa. Os presidentes de ambas as instituições já se tinham reunido presencialmente para discutir as mudanças centrais e coordenar expetativas, nomeadamente o fim do processo negocial no primeiro trimestre de 2026.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, os patrões não remeteram a devida contraproposta e em <strong>outubro de 2025</strong>, pediram a suspensão do processo negocial na expectativa de aprovação da nova legislação laboral proposta pelo governo PSD/CDS. Por configurar perda de direitos para os trabalhadores o SJ recusou essa espera, mas aceitou outro desejo dos patrões: integrar a Associação Portuguesa de Rádios de Inspiração Cristã (ARIC) no processo negocial, alargando o universo de órgãos de comunicação social abrangidos.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>contraproposta das duas associações patronais chegou apenas no final de janeiro de 2026</strong>, após nova reunião presencial. Apesar de ficar muito aquém dos desejos da classe, e não vir prever aumentos salariais, disponibilizamo-nos para iniciar as reuniões negociais formais, discutindo o texto ponto por ponto.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, <strong>no final de março, na véspera do primeiro desses encontros, os patrões da rádio retiraram a sua própria proposta de janeiro</strong> (que tinham levado meio ano a preparar), apresentando uma nova base negocial com recuos substanciais nos direitos de jornalistas, entre os quais o alargamento dos períodos de trabalho, a eliminação de proteções específicas para trabalhadores especialmente vulneráveis, a deterioração de suplementos remuneratórios e de compensações por deslocações em serviço.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O SJ não aceitou trabalhar a partir dessa segunda proposta, que afastava as partes e quebrava qualquer relação de confiança mesmo antes de se iniciar a negociação</strong>. Numa sessão aberta em maio, percebemos que este princípio era comum às pessoas associadas, o que expressamos aos patrões numa reunião presencial final.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em junho, a APR e a ARIC mantiveram, formalmente, a proposta de março, </strong>insistindo numa atitude continuada de má-fé negocial, que tem atrasado este processo urgente, e adiado a melhoria das condições inaceitáveis em demasiadas redações de rádio. <strong>Comprometeram-se a enviar, finalmente, uma proposta de aumentos. Até agora não o fizeram, mais de um ano após o SJ remeter as exigências da classe para a grelha salarial </strong>(já desatualizadas, por força do aumento do custo de vida).</p>
<p style="text-align: justify;">Lembramos que a contratação coletiva é benéfica tanto para as entidades empregadoras como para quem trabalha: estabelece regras claras e igualitárias de operação e incentiva à valorização de recursos humanos, motivando melhorias de eficácia. Mas exige um trabalho construtivo de partes que se tratam, no mínimo, como iguais e aderem aos compromissos firmados. Esperamos que a conciliação promovida pelo Ministério do Trabalho fomente uma mudança de atitude.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Workshop Noticiar o suicídio: dilemas e boas práticas</title>
		<link>https://jornalistas.eu/workshop-noticiar-o-suicidio-dilemas-e-boas-praticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 2]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23734</guid>

					<description><![CDATA[Quando o suicídio é notícia, como informar sem causar danos? Que cuidados ter para evitar aprofundar o estigma? Como combater &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/workshop-noticiar-o-suicidio-dilemas-e-boas-praticas/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Quando o suicídio é notícia, como informar sem causar danos? Que cuidados ter para evitar aprofundar o estigma? Como combater os mitos em que todos já acreditamos? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A forma como os media falam sobre o suicídio faz a diferença, demonstra a investigação académica. Uma cobertura descuidada pode aumentar o risco de imitação. Mas uma cobertura responsável pode reduzir o estigma, promover o diálogo e incentivar quem precisa a procurar ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste workshop, dirigido a<strong> jornalistas, editores, chefes de redação e estudantes de jornalismo</strong>, vamos discutir os desafios da cobertura mediática do suicídio, analisar casos reais e explorar recomendações de boas práticas para informar com responsabilidade, e com base em evidência científica.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação gratuita é organizada pela <strong>Sociedade Portuguesa de Suicidologia</strong>, com o apoio do Sindicato dos Jornalistas, da Casa da Imprensa, do Clube dos Jornalistas e da Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Entrada livre, sujeita a inscrição: <a href="https://forms.gle/gFnYNLRatDnLQGpB7" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">https://forms.gle/gFnYNLRatDnLQGpB7</a></p>
<p style="text-align: justify;">🗓️ <strong>10 de setembro</strong> (Dia Mundial da Prevenção do Suicídio)</p>
<p style="text-align: justify;">🕖 <strong>19h às 21h </strong>(2 horas)</p>
<p style="text-align: justify;">📍 <strong>Casa da Imprensa</strong> — Rua da Horta Seca, 20, 1200-213 Chiado, <strong>Lisboa</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Serviços do SJ garantidos à distância de 10 a 21 de agosto</title>
		<link>https://jornalistas.eu/servicos-do-sj-garantidos-a-distancia-de-10-a-21-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 14:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 3]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23731</guid>

					<description><![CDATA[Os serviços do Sindicato dos Jornalistas em Lisboa serão garantidos remotamente entre os dias 10 e 21 de agosto de &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/servicos-do-sj-garantidos-a-distancia-de-10-a-21-de-agosto/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os serviços do Sindicato dos Jornalistas em Lisboa serão garantidos remotamente entre os dias 10 e 21 de agosto de 2026, e serão retomados normalmente no dia 24 de agosto de 2026.</p>
<p>Poderá entrar em contacto através do telefone 213464354 ou pelo endereço de e-mail sj@sinjor.pt.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Autarquias têm de garantir estacionamento para jornalistas</title>
		<link>https://jornalistas.eu/autarquias-tem-de-garantir-estacionamento-para-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23729</guid>

					<description><![CDATA[A Direção do Sindicato dos Jornalistas lembra que cabe às autarquias criar lugares de estacionamento para jornalistas junto aos locais &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/autarquias-tem-de-garantir-estacionamento-para-jornalistas/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Direção do Sindicato dos Jornalistas lembra que cabe às autarquias criar lugares de estacionamento para jornalistas junto aos locais onde há cobertura regular, como a Assembleia Municipal ou a própria Câmara. É um direito de jornalistas aceder a fontes de informação, o que é dificultado quando não há onde parar o veículo que transporta o equipamento de reportagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sensibilizámos a Associação Nacional de Municípios para a importância de se respeitar integralmente o regime especial que permite a circulação e o estacionamento de viaturas utilizadas por jornalistas no exercício das respetivas funções. Mas é igualmente importante que as forças policiais compreendam o seu dever de &#8220;facilitar&#8221; a circulação de veículos da comunicação social quando cobrem &#8220;eventos excecionais&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queixa do autarca da Marinha Grande sobre reportagem transmitida no canal NOW</title>
		<link>https://jornalistas.eu/queixa-do-autarca-da-marinha-grande-sobre-reportagem-transmitida-no-canal-now/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindicato Jornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Deontológico]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23724</guid>

					<description><![CDATA[Conselho Deontológico Queixa nº 12/Q/2026 O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas recebeu uma queixa do presidente da Câmara Municipal &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/queixa-do-autarca-da-marinha-grande-sobre-reportagem-transmitida-no-canal-now/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Conselho Deontológico</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Queixa nº 12/Q/2026</strong></p>
<p>O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas recebeu uma queixa do presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande (CMMG), Paulo Vicente, relativa à reportagem &#8220;<strong>Burlas com donativos da tempestade Kristin</strong>&#8220;, da autoria da jornalista Ana Leal, exibida a 11 de abril de 2026, na rubrica Repórter Sábado, do Canal Now, <a href="https://www.sabado.pt/video/detalhe/reporter-sabado-burlas-com-donativos-da-tempestade-kristin" target="_blank" rel="noopener external noreferrer" data-wpel-link="external">https://www.sabado.pt/video/detalhe/reporter-sabado-burlas-com-donativos-da-tempestade-kristin</a>.</p>
<p>A reportagem é apresentada como uma investigação sobre os apoios e donativos que chegaram ao município destinados às vítimas da tempestade Kristin. Na introdução da peça televisiva é referido que a jornalista &#8220;se infiltrou&#8221; no Estaleiro Municipal da Marinha Grande para apurar como eram distribuídos os materiais de construção doados. O principal enfoque da reportagem incide sobre alegadas falhas no controlo da distribuição dos donativos — aspeto que deu origem ao título da peça — e sobre a insuficiência dos apoios prestados às vítimas da tempestade.</p>
<h4><strong>QUEIXA</strong></h4>
<p><strong>O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande argumenta que a reportagem contém imprecisões e afirmações lesivas da atuação do município e que não cumpre o Código Deontológico dos Jornalistas.</strong></p>
<p>Alega que:</p>
<p>1. A reportagem &#8220;não descreve a realidade dos factos com rigor e isenção&#8221;, por alegadamente omitir, de forma intencional, “os esclarecimentos prestados pelo Presidente de Câmara sobre esta matéria, e elegendo trechos cirúrgicos com o intuito de transmitir para a opinião pública a ideia (incorreta) de que nada sabe sobre o assunto”.</p>
<p>2. A jornalista não se identificou como tal, tendo recorrido “a uma identidade falsa” — indicando um nome e uma morada fictícios — “para levantar material de construção (telhas) junto do Estaleiro Municipal”.</p>
<p>3. Recorreu à captação oculta de imagens e sons, sem autorização das pessoas visadas.</p>
<p>4. Entende que a jornalista Ana Leal violou as regras profissionais e deontológicas que regem o exercício da profissão, ultrapassando, no seu entendimento, &#8220;a barreira da opinião e os limites da liberdade de expressão e de imprensa&#8221; legal e deontologicamente admissíveis.</p>
<h4><strong>PROCEDIMENTOS</strong></h4>
<p>O Conselho Deontológico fez perguntas ao queixoso e ao visado para perceber em que circunstâncias a reportagem foi realizada.</p>
<p><strong>Esclarecimentos de Paulo Vicente:</strong></p>
<p>5. <strong>Conteúdo da reportagem.</strong> O autarca sustenta que a reportagem omitiu &#8220;elementos relevantes que permitiriam uma melhor e correta compreensão daquela que foi, de facto, a intervenção da Câmara Municipal da Marinha Grande junto da sua população e o trabalho desenvolvido no terreno na sequência da passagem da tempestade Kristin&#8221;.</p>
<p>Refere que, durante a preparação da reportagem, foi questionado sobre &#8220;matérias como as candidaturas apresentadas para obtenção dos apoios (que estavam a registar um atraso significativo junto da CCDR)”, “as ações de limpeza dos terrenos afetados (com especial ênfase para a Mata Nacional), os trabalhos de desobstrução de vias e a gestão dos donativos recebidos&#8221;.</p>
<p>Acrescenta que prestou &#8220;todos os esclarecimentos solicitados&#8221; e acompanhou a jornalista Ana Leal aos vários serviços municipais, designadamente ao serviço responsável pela análise das candidaturas apresentadas pelos munícipes afetados pela tempestade (visita incluída na peça). Salienta, contudo, que essas matérias &#8220;não foram abordadas, e menos ainda incluídas, na versão final da reportagem transmitida no Canal Now&#8221;.</p>
<p>6. <strong>Donativos.</strong> Critica a reportagem por suscitar &#8220;dúvidas e suspeições, não fundamentadas, relativamente ao destino do material doado por particulares, empresas e instituições para apoio às populações afetadas, transmitindo uma perceção que não reflete de forma cabal os procedimentos adotados pelo Município&#8221;.</p>
<p>Assegura que &#8220;todo o processo de receção, registo, armazenamento, gestão e distribuição dos bens recebidos foi conduzido de forma organizada e articulada pelos serviços municipais, em colaboração com as entidades envolvidas e em função das necessidades identificadas no terreno&#8221;.</p>
<p>7. <strong>Medidas.</strong> Questionado sobre as medidas tomadas na sequência das denúncias relativas ao alegado mau funcionamento da distribuição do material doado, Paulo Vicente respondeu que recolheu e sistematizou &#8220;informação relevante relativa aos factos abordados, com vista ao seu esclarecimento e adequado enquadramento&#8221;. Material que serviu de suporte à participação da jornalista junto das entidades com competência em matéria de comunicação social.</p>
<p>O autarca diz que, “por último”, solicitou um relatório de avaliação de procedimentos à empresa de segurança, “responsável, à data, pelos serviços de vigilância, controlo de acessos, realização de rondas, registo de ocorrências e entrega dos materiais e bens doados”.</p>
<p>8. <strong>Filmagens.</strong> O presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande sustenta que a reportagem &#8220;incluiu imagens de várias pessoas que não só desconheciam que estavam a ser filmadas, como sequer tinham a noção de que a pessoa que as estava a abordar (Ana Leal) era jornalista&#8221;, referindo-se, em particular, a dois funcionários da autarquia.</p>
<p><strong>Esclarecimentos de Ana Leal</strong></p>
<p>9. <strong>Regras.</strong> A jornalista respondeu através do seu advogado, Filipe Fernandes Santos. “A reportagem em causa foi elaborada com total observância pelas normas legais e pelos princípios deontológicos que regem o Jornalismo, nomeadamente os consagrados no Código Deontológico dos Jornalistas, bem como que o trabalho efetuado se pautou pelo absoluto rigor, boa-fé, pela verificação dos factos e pela salvaguarda dos direitos e dignidade de todos os intervenientes, repudiando-se veementemente qualquer tipo de imputação em sentido diverso”.</p>
<p>10. <strong>Interesse.</strong> “A reportagem assumiu um manifesto e inegável interesse público, tendo tido como único propósito prosseguir com a missão Jornalística e o Direito e Dever de Informar, resultando de um processo de investigação Jornalística sério, rigoroso, livre, aprofundado e devidamente sustentado, ao abrigo do Direito à Liberdade de Expressão e à Liberdade de Imprensa, constitucionalmente garantidos”.</p>
<h4><strong>ANÁLISE</strong></h4>
<p>11. <strong>Conteúdo da reportagem.</strong> O CD visionou a reportagem antes e depois dos esclarecimentos prestados pelo presidente da CMMG, que continua a negar parte da informação referida, nomeadamente as falhas de controlo na entrega do material doado e no armazenamento do material. Na reportagem, alega-se que pessoas que não eram vítimas e, até pedreiros, levantaram material, podendo este ser posteriormente vendido.</p>
<p>A explicação de Paulo Vicente para a presença de pessoas que não foram diretamente afetadas pela tempestade prende-se com o facto de muitos dos lesados não disporem de veículos adequados ao transporte de materiais de construção. Acrescenta que o município contou com &#8220;centenas de voluntários, vindos de todo o país, que andaram com as suas viaturas a ajudar nos trabalhos de reparação de danos em habitações, pavilhões, armazéns, etc., utilizando também, sempre que necessário, os materiais facultados pelo município&#8221;.</p>
<p>Na reportagem, Ana Leal deslocou-se ao estaleiro, identificou-se com um nome e uma morada falsos e levantou materiais de construção que afirmou necessitar enquanto alegada vítima da tempestade. Não lhe foi solicitada identificação e verificados os materiais transportados. Acompanhou um casal residente na Marinha Grande que levantou materiais por diversas vezes, evidenciando, segundo a jornalista, a inexistência de mecanismos de verificação da condição de vítima ou de controlo dos bens distribuídos.</p>
<p>Recolheu testemunhos de vítimas da tempestade, de funcionários da Câmara Municipal e de trabalhadores da empresa responsável pela vigilância do estaleiro, tendo posteriormente confrontado o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande com as conclusões da investigação.</p>
<p><strong>Questões deontológicas</strong></p>
<p>12. O artigo 1.º do Código Deontológico dos Jornalistas estabelece que o jornalista &#8220;deve relatar os factos com rigor e exatidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público&#8221;.</p>
<p>A jornalista recolheu diversa informação e ouviu as partes relevantes. A opção editorial de selecionar determinados factos, testemunhos e imagens em detrimento de outros, fazem parte da atividade jornalística.</p>
<p>Os membros do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas compreendem o descontentamento do presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, bem como as dificuldades enfrentadas pela autarquia na resposta a uma tragédia de grande dimensão, que atingiu de forma particularmente severa aquele concelho. Compreendem igualmente o sentimento de que nem todos os esclarecimentos prestados pelo autarca foram refletidos na reportagem. Mas o exercício do jornalismo implica, por natureza, um processo de seleção e hierarquização da informação, em função do interesse público e dos critérios editoriais adotados.</p>
<p>Na entrevista concedida à jornalista, o presidente da Câmara assegurou que os materiais doados se encontravam devidamente armazenados e que a sua distribuição obedecia aos procedimentos estabelecidos. A reportagem, porém, apresenta testemunhos, imagens e a experiência da jornalista que apontam para a existência de falhas nesses mecanismos de controlo.</p>
<p>Nos termos do artigo 1.º do Estatuto do Jornalista, compete aos jornalistas exercer funções de &#8220;pesquisa, recolha, seleção e tratamento de factos, notícias ou opiniões&#8221;, destinadas à divulgação informativa. Por sua vez, o artigo 6.º do mesmo diploma consagra, entre os direitos fundamentais dos jornalistas, a liberdade de expressão e de criação. É no exercício dessa liberdade editorial, indissociável da responsabilidade de informar com rigor e respeito pelos princípios deontológicos, que se enquadra a seleção dos conteúdos que integram uma reportagem.</p>
<p>13. Paulo Vicente considera que Ana Leal violou os deveres deontológicos ao não se identificar como jornalista quando se deslocou ao Estaleiro Municipal da Marinha Grande para apurar os procedimentos de distribuição dos materiais doados.</p>
<p>O artigo 4 º do Código Deontológico dita: “O jornalista deve utilizar meios leais para obter informações, imagens ou documentos e proibir-se de abusar da boa-fé de quem quer que seja. A identificação como jornalista é a regra e outros processos só podem justificar-se por razões de incontestável interesse público e depois de verificada a impossibilidade de obtenção de informação relevante pelos processos normais”.</p>
<p>Prevê exceções à regra e, posteriormente, a jornalista confrontou o autarca com as conclusões a que tinha chegado e que este revelou desconhecer.</p>
<p>14. No âmbito da investigação realizada no Estaleiro Municipal da Marinha Grande, Ana Leal e a sua equipa, utilizaram uma câmara oculta e de imagens captadas por drone. Recolheram testemunhos, incluindo de cidadãos no estaleiro, dois funcionários da Câmara Municipal da Marinha Grande e três vigilantes da empresa responsável pela segurança.</p>
<p>Da análise da reportagem resulta que alguns dos intervenientes foram abordados sem terem conhecimento de que estavam a participar numa peça jornalística. Presume-se que sejam esses os que surgem com a imagem desfocada, à exceção de uma técnica da Câmara Municipal, cuja imagem foi exibida sem qualquer ocultação. Já em relação aos diálogos não há essa preocupação, foram transmitidos sem distorção da voz.</p>
<p>O Conselho Deontológico recorda que o recurso a meios de captação oculta pode ser deontologicamente admissível quando esteja em causa um interesse público relevante e não seja possível obter a informação por meios convencionais. Contudo, a utilização desses meios não dispensa o jornalista do cumprimento dos restantes deveres deontológicos. Importa recordar o disposto no artigo 14.º do Estatuto do Jornalista, segundo o qual o jornalista deve, entre outros deveres, &#8220;abster-se de recolher declarações ou imagens que atinjam a dignidade das pessoas através da exploração da sua vulnerabilidade psicológica, emocional ou física&#8221;.</p>
<p>15. Paulo Vicente considera que Ana Leal ultrapassou &#8220;os limites da barreira da opinião&#8221;. A reportagem contém um ou outro comentário que revela o posicionamento da jornalista perante a situação investigada, sem que esses apontamentos constituam o elemento central da peça.</p>
<h4><strong>DELIBERAÇÃO</strong></h4>
<p>1.O CD considera que a jornalista Ana Leal cumpriu, de forma geral, os deveres e direitos consagrados no Código Deontológico dos Jornalistas. Na reportagem, denuncia falhas nos serviços camarários relacionadas com o acesso aos materiais de construção doados, apresenta testemunhos, verifica no terreno a veracidade dos factos e confronta o autarca com a realidade que encontrou durante a investigação.</p>
<p>2.O presidente da CMMG questiona o facto da jornalista não se ter identificado como tal e recorrido a uma câmara oculta. Esta é uma das situações em que o CD considera que se justifica o “jornalista infiltrado”, uma vez que não conseguiria comprovar os factos se tivesse ido ao terreno como jornalista e não como um cidadão comum. Muitas são as investigações que recorrem a esta figura, muitas delas premiadas.</p>
<p>3.Ainda que o recurso à câmara oculta possa encontrar justificação nas circunstâncias concretas da investigação, subsiste a necessidade de avaliar se a identificação da funcionária municipal — através da imagem e da voz — era indispensável para a prossecução do interesse público da reportagem ou se poderiam ter sido adotadas medidas adicionais de proteção à sua identidade. Também a opção por usar o áudio das entrevistas sem qualquer tentativa de disfarçar a sua origem merece reparos.</p>
<p>4.O CD considera que a reportagem não protegeu a situação de vulnerabilidade de alguns dos intervenientes. Embora a imagem tenha sido desfocada, a manutenção da voz original permite a identificação das pessoas em contexto profissional e social, não assegurando plenamente a proteção da sua identidade. Por exemplo, uma das perguntas dirigidas a um dos vigilantes — &#8220;Há quanto tempo está em Portugal?&#8221; — introduz um elemento relativo à sua situação pessoal desnecessária para a compreensão da matéria em causa e sem relevância para o objeto da investigação.</p>
<p>5.O CD recomenda especial atenção à utilização de expressões ou afirmações que possam revelar um posicionamento incompatível com o dever de imparcialidade que deve nortear o exercício da atividade jornalística.</p>
<p>Lisboa, 16 de julho de 2026</p>
<p><strong>O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Candidaturas abertas para os Prémios Voices</title>
		<link>https://jornalistas.eu/candidaturas-abertas-para-os-premios-voices/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sindicatojornalistas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:12:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 3]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalistas.eu/?p=23718</guid>

					<description><![CDATA[Estão abertas as candidaturas para a segunda edição dos Prémios Voices até o dia 23 de agosto, uma iniciativa financiada &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://jornalistas.eu/candidaturas-abertas-para-os-premios-voices/" data-wpel-link="internal">Ler mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estão abertas as candidaturas para a segunda edição dos Prémios Voices até o dia 23 de agosto, uma iniciativa financiada pela União Europeia e que celebra o Jornalismo e a Liberdade de Expressão na Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornalistas, estagiários e estudantes de jornalismo em Portugal e nos outros países da Europa podem candidatar-se às sete seguintes categorias:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Imprensa</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Radio e Podcast</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Vídeo e Documentário</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Storytelling digital e Mídias digitais</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Banda-desenhada e cartoons</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Fotojornalismo</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Literacia mediática</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vencedor recebe um prémio no valor de 1.200,00€.</p>
<p style="text-align: justify;">A categoria do prémio Lorenzo Natali dedica-se nesta edição exclusivamente a candidatos não-participantes da União Europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações, leia o regulamento na íntegra <a href="https://voicesfestival.eu/wp-content/uploads/2026/06/VoicesAwards-Call-for-entries.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
