Jornalistas e Política

A candidatura de jornalistas à Assembleia da República, no quadro das eleições legislativas de 17 de Março de 2002, desencadeou forte polémica na Imprensa, com especial relevância para o envolvimento do presidente do Sindicato dos Jornalistas na lista de uma coligação pelo círculo do Porto, embora em posição não elegível. O caso determinou uma declaração pública do Sindicato e vários artigos de opinião. Para que conste, aqui se registam os pontos fortes da polémica.… Ler mais

«Compatível, disse ela»

Ainda no âmbito da polémica sobre jornalistas e política, o director-adjunto do Público, Nuno Pacheco, escreveu naquele jornal, em 21 de Fevereiro de 2002, com o título em epígrafe. Um breve comentário a declarações feitas por Maria Elisa ao Diário Económico, na sua qualidade de candidata a deputada pelo PSD pelo círculo eleitoral de Castelo Branco.… Ler mais

«Sindicalismo é prática política plena»

Na secção Telecorreio, o Público de 10 de Fevereiro de 2002 inseriu, com o título acima reproduzido, um texto do jornalista Miguel Marujo, em que comenta a resposta de Oscar Mascarenhas ao editorial de António Granado. Considerando que a prática sindical é uma participação política plena, recusa todavia ao jornalista o direito de entrar no jogo político-partidário.… Ler mais

Divergências de fundo e de pormenor

Em nova intervenção sobre a polémica «Jornalistas e política», Oscar Mascarenhas controverte, no Público de 17de Fevereiro de 2002 , posições assumidas por Mário Mesquita, com o qual a discordância é de pormenor, e com Miguel Marujo, jornalista do PortugalDiário, com quem a divergência é manifestamente absoluta.… Ler mais

«Jornalista não deve fazer política»

Em editorial intitulado «Não, um jornalista não deve fazer política», inserido no Público de 2 de Fevereiro de 2002, António Granado emitiu a opinião de que «o jornalista que assume um papel de actor perde, perante os seus leitores e as fontes de informação, a isenção com que deveria por eles ser encarado».… Ler mais

Resposta ao editorialista do Público

Ao abrigo do direito de resposta, mas sem reclamar a exactidão do local de publicação nem a proibição de réplica simultânea, o presidente do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, Oscar Mascarenhas, enviou ao Público uma carta a António Granado, que aquele jornal inseriu na edição de 5 de Fevereiro de 2002.… Ler mais

«As regras do jogo»

Na mesma edição do Público em que Oscar Mascarenhas exerceu o direito de resposta ao editorial de António Granado, o jornalista José Vítor Malheiros publicou um comentário intitulado «As regras do jogo», asseverando que «a candidatura a um cargo político não só destrói qualquer aparência de independência como a limita de facto».… Ler mais