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Autoridade para as Condições do Trabalho em debate

A organização Práxis-Trabalho e Sindicalismo vai realizar um debate sobre a situação da Autoridades para as Condições do Trabalho (ACT), nomeadamente sobre os seus recursos e meios em contexto de teletrabalho, no dia 24 de fevereiro, às 21h00. A videoconferência “A ACT e a Proteção do Trabalho na Pandemia: O Que é Preciso Mudar?” contará com as intervenções de Carla Monteiro, inspetora do trabalho e dirigente sindical, Francisco Figueiredo, dirigente sindical da hotelaria e turismo/CGTP-IN, João Leal Amado, professor na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e especialista em Direito do Trabalho, e Vanda Cruz, dirigente sindical da UGT. A moderação estará a cargo da presidente da Direção do Sindicato dos Jornalistas, Sofia Branco, e Henrique Sousa, da direção da Práxis, fará as conclusões. As inscrições podem ser feitas em https://tinyurl.com/1pxo1jfy e a videoconferência será transmitida nas redes sociais da associação Práxis.

Os jornalistas e a verdade

A liberdade de expressão exige um nível de responsabilidade acrescido e uma maior literacia mediática, que possibilite a cada cidadão distinguir o tipo de informação que consome. Produzir informação não é fazer jornalismo e, por si só, não faz do produtor de informação um jornalista. Neste contexto, a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista e o Sindicato dos Jornalistas alertam para a proliferação de meios e formas de comunicação no meio digital que se apresentam como sendo órgãos jornalísticos não o sendo e que transmitem informação não verificada, sem fundamento científico e/ou sem qualquer independência face a interesses nunca revelados, porque nada os obriga a isso. O jornalismo é uma atividade sujeita a escrutínio público e legal, que começa na formação do profissional e se desenvolve, na tarimba, diariamente, com alto grau de exigência técnica e ética, devendo o jornalista profissional cumprir o Código Deontológico dos Jornalistas e agir dentro do quadro ético-legal previsto no Estatuto do Jornalista, consolidado na ler mais

SJ envia queixa sobre incidentes contra jornalistas que cobriam manifestação

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) enviou hoje uma queixa à Procuradoria-Geral da República sobre os incidentes que envolveram os jornalistas que cobriam o protesto dos empresários da restauração, no sábado, no Rossio, em Lisboa. O SJ enviou a mesma queixa ao ministro da Administração Interna, dando conta dos relatos que recebeu dos jornalistas visados, ao serviço de órgãos de informação como Observador, SIC e RTP. Ao mesmo tempo, questionou o ministro sobre as diligências desencadeadas pela Polícia de Segurança Pública (PSP) após o episódio, que configura um crime público. O SJ insta as Direções dos órgãos de informação visados que apresentem queixa (ou se juntem à queixa do SJ), em defesa dos seus jornalistas e da liberdade de imprensa. O SJ realça que o atual contexto de pandemia, e a insegurança ou a revolta que o acompanham, não pode justificar ameaças aos jornalistas, que estão no desempenho da sua missão de informar. De resto, não fossem os jornalistas e os ler mais

SJ apela à ação da ERC contra utilização de conteúdos não jornalísticos

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apelou hoje à ação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra a utilização de conteúdos não jornalísticos, bem como à rejeição desta prática por parte das Direções dos órgãos de informação. O SJ vê com elevada preocupação o aumento de situações em que as imagens (vídeo ou fotografias) e os sons usados pelos órgãos de comunicação social são cada vez mais cedidos por agências de comunicação e/ou instituições públicas e privadas, ao invés de serem recolhidos pelos próprios órgãos de comunicação social e seus jornalistas. Nos dias de hoje, em que os recursos são escassos e as redações estão depauperadas, é preocupante que os órgãos de comunicação social optem, na maior parte das vezes, pelo caminho mais fácil, utilizando estes conteúdos cedidos, que estão longe de ser jornalísticos. Julgamos que não é necessário evidenciar que a utilização recorrente de imagens cedidas pelas agências de comunicação, clubes desportivos, instituições públicas ou privadas é uma ler mais

Nova edição das Bolsas de Jornalismo em saúde: Abertura de Candidaturas

As candidaturas à edição de 2020 das Bolsas de Jornalismo decorrem entre 30 de outubro e 30 de novembro. Vão ser atribuídas cinco bolsas num valor total de 10 mil euros. As Bolsas de Jornalismo são uma iniciativa do Sindicato dos Jornalistas, em parceria com a Roche, e visam fomentar a criação de trabalhos jornalísticos na área da Saúde. Este ano vão ser atribuídas cinco bolsas de 2.000 euros cada, destinadas a trabalhos jornalísticos em saúde que tratem preferencialmente as seguintes áreas: Neurociências; Cancro; Medicina Personalizada; Promoção da Saúde e Sustentabilidade na Saúde. Os trabalhos propostos deverão concretizar a intervenção dos meios de comunicação social na contribuição para a melhoria da qualidade dos cuidados de saúde e da qualidade de vida dos doentes. O júri da edição deste ano é composto por Graça de Freitas, Diretora-geral da Saúde, Constantino Sakellarides, Médico e Professor Catedrático, Isabel Nery, do Sindicato dos Jornalistas, Ricardo Encarnação, Diretor médico da Roche, e por Sara Sá, ler mais

SJ em mesa redonda do BE dedicada ao Trabalho

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) vai participar numa mesa redonda, organizada pelo Bloco de Esquerda (BE), dedicada ao tema do Trabalho, no quadro do debate sobre o Orçamento do Estado para 2021. A sessão, que se realiza hoje, terça feira, às 17h, no Hotel Mundial (Martim Moniz, Lisboa), será aberta por Catarina Martins e depois conduzida por José Soeiro e Manuel Carvalho da Silva, que darão a palavra a uma dezena de investigadores e dirigentes sindicais sobre o período que atravessamos.

SJ apela à ação contra utilização de conteúdos não jornalísticos

O Sindicato dos Jornalistas vê com elevada preocupação o aumento de situações em que as imagens (vídeo ou fotografias) e os sons usados pelos órgãos de comunicação social são cada vez mais cedidos por agências de comunicação e/ou instituições públicas e privadas, ao invés de serem recolhidos pelos próprios órgãos de comunicação social e seus jornalistas. Nos dias de hoje, em que os recursos são escassos e as redações estão depauperadas, os órgãos de comunicação social optam, na maior parte das vezes, pelo caminho mais fácil, utilizando estes conteúdos cedidos, que estão longe de ser jornalísticos. Este cenário ganha ainda mais gravidade pelo facto de existirem cada vez mais órgãos de comunicação social a recorrerem a despedimentos e/ou layoff dos seus jornalistas, repórteres fotográficos e repórteres de imagem. Julgamos que não é necessário evidenciar que a utilização recorrente de imagens cedidas pelas agências de comunicação, clubes desportivos, instituições públicas ou privadas é uma violação da lei, mas, principalmente, coloca em ler mais

INSPSIC realiza especialização sobre segurança dos jornalistas em cenários de risco

O Instituto Português de Psicologia e outras Ciências (INSPSIC) vai realizar, de novembro de 2020 a julho de 2021, uma Especialização Avançada Pós-Universitária sobre a segurança dos jornalistas em cenários de risco, que conta com o  apoio do Sindicato dos Jornalistas e da Federação Internacional de Jornalistas. A especialização teve origem numa formação da Federação Internacional de Jornalistas e foi desenvolvida para ajudar os jornalistas a cuidarem de si mesmos, consciencializando-os sobre os perigos e as ações que podem tomar para se protegerem  e, assim, servirem melhor o público. O curso pretende também informar os jornalistas sobre as ferramentas que podem utilizar em cenários hostis, sejam eles de conflito bélico ou catástrofes naturais, surtos de epidemias, crises humanitárias, investigações locais, cobertura de assuntos religiosos e ambientais. O curso tem a duração de 124 horas, podendo alternar entre a  modalidade presencial e não presencial (mais informações em https://www.inspsic.pt/curso/285-especializacao-avancada-pos-universitaria-na-seguranca-dos-jornalistas-em-jornalismo-de-risco-advanced-professional-program).

Serviços do SJ retomam atendimento presencial

Os serviços do SJ em Lisboa retomaram hoje o atendimento presencial. A sede estará aberta de segunda a quinta  entre as 10h30 e as 13h00 e as 14h00 e 18h00. À sexta feira os serviços serão assegurados à distância. A delegação norte terá atendimento presencial de quarta a sexta das 10h00 às 16h00. Segundas e terças estará em teletrabalho. A delegação norte retomará o atendimento presencial apenas no dia 9 de setembro,  por motivo de férias da funcionária.

SJ pergunta onde estão os milhões prometidos pelo Estado à Comunicação Social

Na segunda-feira completam-se quatro meses desde a conferência de imprensa em que o Governo anunciou um apoio de emergência para as empresas de comunicação social. Uma ajuda que consistia, apenas, no adiantamento de verbas destinadas à compra de publicidade institucional, isto é, pagar antes o que o Estado previa gastar durante o ano. A não ser que aconteça uma surpreendente transferência de última hora, vão completar-se 120 dias desde que a promessa foi feita, chegando-se, assim, a um ponto em que o adiantamento é já um atraso. Como há publicidade contratualizada que foi já emitida ou divulgada, isto é, há serviços que já foram prestados, conclui-se o que o Estado está, neste momento, em dívida com as empresas de comunicação, curiosamente o único setor empresarial que ainda não recebeu qualquer tipo de apoio extraordinário desde que começou a pandemia. O SJ reitera que a ajuda prometida – de 15 milhões de euros, que, descontado o IVA aplicado a serviços prestados, ler mais