Etiqueta: notícias

Relatório-síntese do 2º Congresso

Além da resolução que consubstanciou as conclusões do 2.º Congresso dos Jornalistas Portugueses, foi elaborado um Relatório-síntese dos debates, no qual foram abordados outros assuntos directa ou indirectamente relacionados com o tema «Deontologia», a fim de servirem de base à pretendida reformulação do Código Deontológico dos Jornalistas e para futuras acções do SJ.

Resolução do 3º Congresso

Entre os 14 pontos que sintetizam as conclusões do 3.º Congresso dos Jornalistas Portugueses, figuram as seguintes questões: reforço de autonomia e representatividade do Conselho Deontológico, acesso à profissão, atribuição dos títulos profissionais, trabalho precário, exploração de estagiários, reforço dos poderes dos conselhos de redacção, efeitos do segredo de justiça, novas tecnologias, etc.

Relatório final do 3º Congresso

A par da resolução consubstanciadora das conclusões, o 3.º Congresso dos Jornalistas Portugueses apresentou um Relatório Final em que se explanaram as ideias apresentadas e debatidas no decorrer das sessões de trabalho dos vários paineis, bem como as informações de dois documentos que contribuiram para fazer uma espécie de radiografia da classe jornalística em Portugal.

Os três Congressos de Jornalistas

«Liberdade de expressão, expressão da liberdade», «Deontologia» e «Jornalismo real, jornalismo virtual», foram os lemas que caracterizaram os três Congressos de Jornalistas Portugueses que o SJ tomou a iniciativa de promover em 1983, 1986 e 1998. Abertos a todos os jornalistas, fossem ou não sindicalizados, esses congressos constituiram grandes manifestações da capacidade dos jornalistas para reflectirem sobre o seu papel na sociedade.

Sobre a Lei da Televisão

Na sua qualidade de parceiro social, o Sindicato dos Jornalistas foi consultado, em 1997, no decorrer do processo de revisão da Lei da Televisão. O parecer emitido traduziu-se num conjunto de 34 propostas apresentadas de viva voz e por escrito em vários contactos com o titular da Secretaria de Estado da Comunicação Social. São essas propostas que aqui se consubstanciam num documento aglutinador.

Que fazer com esta televisão?

O licenciamento das televisões privadas em Portugal constituiu um parto sem garantias. A afirmação é de Diana Andringa, que num artigo publicado na edição portuguesa do «Le Monde Diplomatique» de Setembro de 2000, evoca o processo deliberativo da Alta Autoridade para a Comunicação Social, em que três dos seus elementos puseram sérias dúvidas à capacidade de a TVI cumprir o que prometeu. Como aliás se veria, ao descer de degrau em degrau, até ao «Big Brother».