Etiqueta: Deontológico

Queixa do presidente da Câmara de Baião contra a jornalista Ana Leal da TVI

  Conselho Deontológico / Queixa nº 34/Q/2019 Queixa do presidente da Câmara de Baião contra a jornalista Ana Leal da TVI   Assunto O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu uma queixa apresentada pelo presidente da Câmara de Baião, Paulo Pereira, contra a jornalista Ana Leal, da TVI, na qualidade de “coordenadora e relatora da reportagem “‘Ana Leal’: em Queixomil não há saneamento básico e a água é imprópria para consumo e/ou Queixomil, no concelho de Baião, distrito do Porto, é o espelho de muitos locais espalhados por Portugal, onde o século XXI ainda não chegou e/ou ‘Ana Leal’: Queixomil, o lugar perdido no tempo onde nem há água para beber”, exibida a 6 de Junho na TVI/24, às 21h04. Queixa O CDSJ recebeu a 21 de junho de 2019 uma queixa apresentada pelo presidente da Câmara de Baião, Paulo Pereira, contra a jornalista Ana Leal, da TVI, que, afirma, não respeitou os deveres profissionais e deontológicos dos… ler mais

Queixa da GNR contra os jornalistas Ana Leal e André Carvalho Ramos (TVI)

Conselho Deontológico Queixa nº 33/Q/2019   Assunto: A 14 de julho de 2019 o Comando da Guarda General Republicana (GNR) apresentou ao Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) uma queixa contra os jornalistas Ana Leal e André Carvalho Ramos, ambos da TVI, a propósito da reportagem emitida no dia 6 de junho de 2019 com o título “Esquema de favorecimento a familiares de altas patentes da GNR” [nota: a reportagem tratava de dois temas diferentes, envolvendo a GNR, mas apenas os alegados tratamentos gratuitos a familiares de altas patentes foram motivos de queixa por parte da GNR]. Entende a GNR que referida reportagem “recorre a uma narrativa sensacionalista, com utilização de afirmações falsas, enviesadas e sustentadas em pressupostos errados, num intuito de causar reações negativas e interesse dos telespetadores, atento a Instituição visada, o exagero e a controvérsia aliada à temática em questão”. O comandante-geral da GNR expressa ainda o seu “profundo desagrado e veemente repúdio” pela reportagem integrada… ler mais

Queixa do Hospital da Luz contra os jornalistas Ana Leal e Sérgio Figueiredo (TVI)

Queixa nº 32/Q/2019 Assunto Queixa do Hospital da Luz contra os jornalistas Ana Leal e Sérgio Figueiredo, a primeira na qualidade de autora de uma reportagem sobre transfusões de sangue, sob o título “Notícia TVI: Sangue contaminado”, emitida no serviço noticioso Jornal das 8, da TVI, e de condutora do debate 21.ª hora, ambos de 23 de maio desse ano, o segundo na qualidade de diretor da TVI. Queixa Recebeu o Conselho Deontológico (CD), em 30 de outubro de 2018, uma queixa do Hospital da Luz (HL), imputando aos jornalistas Ana Leal e Sérgio Figueiredo a prática de atos suscetíveis de violarem deveres deontológicos e profissionais. Em síntese: Afirma a TVI que um lote de sangue transfundido em 2012 a uma doente se encontrava contaminado com vírus da Hepatite C. Contrapõe o queixoso que o produto fora fornecido pelo Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST) devidamente validado em termos de segurança. Segundo a reportagem, o lote suspeito foi detetado… ler mais

Conferência – Informação e Desinformação na Era Digital | Miguel Marujo

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas participou esta segunda-feira na conferência "Informação e Desinformação na era digital", promovida pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto. Em representação do CD, o jornalista Miguel Marujo traçou um retrato dos tempos que se vivem no jornalismo e das dificuldades que os jornalistas enfrentam, com destaque para o trabalho precário, para os despedimentos que nos últimos anos esvaziaram as redações, deixando-as sem memória. Mais informação aqui.

Queixa do Sindicato Nacional do Ensino Superior contra jornalistas da RTP Açores por violação de regras deontológicas

Conselho Deontológico Queixa nº 31/Q/2019     Assunto: Queixa do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) contra os jornalistas Herberto Gomes e Rui Goulart, da RTP Açores, por violação de regras deontológicas ao ser retirado o convite a um elemento do SNESup para participar num debate sobre a Universidade dos Açores, após posição do Reitor dessa universidade.   Queixa: O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu a 13 de março uma queixa do SNESup contra os jornalistas Herberto Gomes e Rui Goulart, da RTP Açores, sobre o assunto acima indicado. Alega o queixoso que após convite para participar no programa Sem Meias Palavras, da RTP Açores, “a participação do SNESup acabaria por ser claramente condicionada” uma vez que “o Reitor se tinha recusado a participar” no debate com o delegado sindical indicado pelo SNESup, Álvaro Borralho, “com a justificação de não querer o debate ‘condicionado ou contaminado’ pelo facto de existir um processo em tribunal” que opõe o… ler mais

Queixa de Gisela Jerónimo contra a Jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira

Queixa de Gisela Jerónimo contra a Jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira, da revista Cristina, sobre alegadas violações de regras deontológicas nos contactos que manteve com a sua filha menor de 14 anos com o objetivo de fazer um trabalho jornalístico sobre a sexualidade dos adolescentes. O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu a 9 de março uma queixa de Gisela Jerónimo contra Margarida Menino Ferreira, da revista Cristina, sobre o assunto acima indicado. Alega a queixosa que a jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira contactou a sua filha menor, de 14 anos, através da rede social Instagram, pedindo-lhe uma entrevista sobre sexualidade, para um trabalho jornalístico que pretendia realizar sobre sexualidade entre os jovens. Alega ainda a queixosa que, quando informada pela filha, falou com a jornalista estagiária telefonicamente, dizendo-lhe que não autorizava a filha a dar a entrevista e proibindo-a de voltar a contactar a menor. Depois disso, afirma Gisela Jerónimo, a Margarida Menino Ferreira voltou a contactar a filha através… ler mais

Posição do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas sobre difusão de imagens do ataque terrorista na Nova Zelândia

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas condena a difusão por órgãos de comunicação social portugueses das imagens do atentado terrorista de dia 18 de Março na Nova Zelândia gravadas pelo próprio terrorista. Tal difusão insere-se no domínio da banalização do terror, além de representar uma falta de respeito pela dignidade das pessoas assassinadas. A difusão acrítica de imagens está, por outro lado, em choque com o que é e deve ser o jornalismo, sempre obrigado ao escrutínio e à reflexão crítica. O Conselho Deontológico apela aos jornalistas portugueses e às direcções de informação que, de futuro, em situações do mesmo tipo resistam em ceder à banalização acrítica do terror. O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas

Parecer do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas sobre a cobertura noticiosa de reuniões da Câmara de Coimbra

O Conselho Deontológico avaliou a queixa de um vereador de um movimento independente de cidadãos de Coimbra sobre a cobertura noticiosa de reuniões da Câmara de Coimbra por dois jornais locais. Queixa nº 29/Q/2019 Assunto Queixas do vereador José Manuel Monteiro de Carvalho e Silva, eleito pelo movimento cívico independente “Somos Coimbra” para a Câmara Municipal de Coimbra, em relação às notícias “Estudo do aeroporto inclui alternativas ao aeródromo”, assinada por Ana Margalho, e “Não queremos repetir os erros cometidos em Beja”, assinada pelo jornalista António Alves, ambas publicadas em 31 de julho de 2018, respetivamente nos jornais Diário de Coimbra e As Beiras. Queixa 1. O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu a 9 e 14 de agosto de 2018 duas queixas de José Manuel Monteiro de Carvalho e Silva, vereador eleito na Câmara Municipal de Coimbra pelo movimento “Somos Coimbra”, contra os jornalistas Ana Margalho e António Alves, autores das notícias acima referidas. Apesar das duas… ler mais

Recomendação do Conselho Deontológico sobre a participação de jornalistas em programas de entretenimento

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas decidiu divulgar uma recomendação aos jornalistas sobre a sua participação em programas de natureza lúdica/entretenimento, designadamente através de peças jornalísticas e reportagens em direto, bem como a interação entre rubricas da responsabilidade da direção de informação com os referidos programas. 1.      A definição legal de jornalista ínsita no Art.º 1.º, n.º 1 do seu Estatuto delimita o campo de intervenção profissional, estabelecendo que o produto da pesquisa, recolha, seleção e tratamento de factos, notícias e opiniões se destina “a divulgação informativa” (sublinhado nosso), através de diversos meios, incluindo a televisão; 2.      Além da organização tradicional das empresas de comunicação social, a Lei da Televisão estabelece que “cada serviço de programas televisivo que inclua programação informativa deve ter um responsável pela informação” (cfr. Art.º 35.º, n.º 2) – precisamente o “diretor” conforme consta da respetiva epígrafe. 3.      Conforme resulta do art.º 36.º da mesma Lei, a atividade dos jornalistas, incluindo o diretor do serviço… ler mais