Etiqueta: conselho deontológico

Queixa apresentada pela jornalista Alexandra Borges contra a jornalista Débora Carvalho (direito a responder)

Queixa nº 36/Q/2020 Assunto O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu uma queixa apresentada pela jornalista Alexandra Borges, carteira profissional 1073A, contra a jornalista Débora Carvalho, carteira profissional 6192A, a propósito da notícia por esta última assinada na edição de papel, de 16 de Julho de 2019, do Correio da Manhã, sob o título “Mãe biológica diz que foi enganada pela TVI”. Queixa Alega a queixosa que não é correto Débora Carvalho ter escrito nessa peça: “O CM contactou Alexandra Borges, mas esta não quis fazer comentários, remetendo quaisquer declarações para a estação Media Capital”. A queixosa relata que, estando de férias nas Filipinas, recebeu um mail de Débora Carvalho, datado de 12 de Julho de 2019, onde esta jornalista lhe perguntava se “queria comentar a alteração de depoimento de Maria de Fátima, uma das mães da IURD”, ouvida por si na reportagem da TVI “O Segredo dos Deuses”. Mail a que respondeu a 13 de Julho. Acrescenta ler mais

Queixa da GNR contra os jornalistas Ana Leal e André Carvalho Ramos (TVI)

Conselho Deontológico Queixa nº 33/Q/2019   Assunto: A 14 de julho de 2019 o Comando da Guarda General Republicana (GNR) apresentou ao Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) uma queixa contra os jornalistas Ana Leal e André Carvalho Ramos, ambos da TVI, a propósito da reportagem emitida no dia 6 de junho de 2019 com o título “Esquema de favorecimento a familiares de altas patentes da GNR” [nota: a reportagem tratava de dois temas diferentes, envolvendo a GNR, mas apenas os alegados tratamentos gratuitos a familiares de altas patentes foram motivos de queixa por parte da GNR]. Entende a GNR que referida reportagem “recorre a uma narrativa sensacionalista, com utilização de afirmações falsas, enviesadas e sustentadas em pressupostos errados, num intuito de causar reações negativas e interesse dos telespetadores, atento a Instituição visada, o exagero e a controvérsia aliada à temática em questão”. O comandante-geral da GNR expressa ainda o seu “profundo desagrado e veemente repúdio” pela reportagem integrada ler mais

Conferência – Informação e Desinformação na Era Digital | Miguel Marujo

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas participou esta segunda-feira na conferência "Informação e Desinformação na era digital", promovida pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto. Em representação do CD, o jornalista Miguel Marujo traçou um retrato dos tempos que se vivem no jornalismo e das dificuldades que os jornalistas enfrentam, com destaque para o trabalho precário, para os despedimentos que nos últimos anos esvaziaram as redações, deixando-as sem memória. Mais informação aqui.

Queixa de Gisela Jerónimo contra a Jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira

Queixa de Gisela Jerónimo contra a Jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira, da revista Cristina, sobre alegadas violações de regras deontológicas nos contactos que manteve com a sua filha menor de 14 anos com o objetivo de fazer um trabalho jornalístico sobre a sexualidade dos adolescentes. O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu a 9 de março uma queixa de Gisela Jerónimo contra Margarida Menino Ferreira, da revista Cristina, sobre o assunto acima indicado. Alega a queixosa que a jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira contactou a sua filha menor, de 14 anos, através da rede social Instagram, pedindo-lhe uma entrevista sobre sexualidade, para um trabalho jornalístico que pretendia realizar sobre sexualidade entre os jovens. Alega ainda a queixosa que, quando informada pela filha, falou com a jornalista estagiária telefonicamente, dizendo-lhe que não autorizava a filha a dar a entrevista e proibindo-a de voltar a contactar a menor. Depois disso, afirma Gisela Jerónimo, a Margarida Menino Ferreira voltou a contactar a filha através ler mais

Posição do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas sobre difusão de imagens do ataque terrorista na Nova Zelândia

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas condena a difusão por órgãos de comunicação social portugueses das imagens do atentado terrorista de dia 18 de Março na Nova Zelândia gravadas pelo próprio terrorista. Tal difusão insere-se no domínio da banalização do terror, além de representar uma falta de respeito pela dignidade das pessoas assassinadas. A difusão acrítica de imagens está, por outro lado, em choque com o que é e deve ser o jornalismo, sempre obrigado ao escrutínio e à reflexão crítica. O Conselho Deontológico apela aos jornalistas portugueses e às direcções de informação que, de futuro, em situações do mesmo tipo resistam em ceder à banalização acrítica do terror. O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas

Parecer do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas sobre a cobertura noticiosa de reuniões da Câmara de Coimbra

O Conselho Deontológico avaliou a queixa de um vereador de um movimento independente de cidadãos de Coimbra sobre a cobertura noticiosa de reuniões da Câmara de Coimbra por dois jornais locais. Queixa nº 29/Q/2019 Assunto Queixas do vereador José Manuel Monteiro de Carvalho e Silva, eleito pelo movimento cívico independente “Somos Coimbra” para a Câmara Municipal de Coimbra, em relação às notícias “Estudo do aeroporto inclui alternativas ao aeródromo”, assinada por Ana Margalho, e “Não queremos repetir os erros cometidos em Beja”, assinada pelo jornalista António Alves, ambas publicadas em 31 de julho de 2018, respetivamente nos jornais Diário de Coimbra e As Beiras. Queixa 1. O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu a 9 e 14 de agosto de 2018 duas queixas de José Manuel Monteiro de Carvalho e Silva, vereador eleito na Câmara Municipal de Coimbra pelo movimento “Somos Coimbra”, contra os jornalistas Ana Margalho e António Alves, autores das notícias acima referidas. Apesar das duas ler mais

Recomendação do Conselho Deontológico sobre a participação de jornalistas em programas de entretenimento

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas decidiu divulgar uma recomendação aos jornalistas sobre a sua participação em programas de natureza lúdica/entretenimento, designadamente através de peças jornalísticas e reportagens em direto, bem como a interação entre rubricas da responsabilidade da direção de informação com os referidos programas. 1.      A definição legal de jornalista ínsita no Art.º 1.º, n.º 1 do seu Estatuto delimita o campo de intervenção profissional, estabelecendo que o produto da pesquisa, recolha, seleção e tratamento de factos, notícias e opiniões se destina “a divulgação informativa” (sublinhado nosso), através de diversos meios, incluindo a televisão; 2.      Além da organização tradicional das empresas de comunicação social, a Lei da Televisão estabelece que “cada serviço de programas televisivo que inclua programação informativa deve ter um responsável pela informação” (cfr. Art.º 35.º, n.º 2) – precisamente o “diretor” conforme consta da respetiva epígrafe. 3.      Conforme resulta do art.º 36.º da mesma Lei, a atividade dos jornalistas, incluindo o diretor do serviço ler mais