Categoria: Conselho Deontológico

Carta aberta aos diretores de informação sobre critérios editoriais na cobertura jornalística da pandemia da Covid-19

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) apela aos diretores de informação, como responsáveis máximos pelas escolhas editoriais e conteúdos jornalísticos divulgados pelos órgãos de comunicação social, que tenham em conta a necessidade de as suas redacções obedecerem a um estrito respeito pelas regras deontológicas, quer no acompanhamento e tratamento jornalísticos da pandemia da Covid-19 quer em todos os assuntos noticiados.

Nota do Conselho Deontológico sobre a cobertura jornalística da pandemia de coronavírus

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas apela aos jornalistas que não vacilem na sua função de informar a sociedade, mas que, ao mesmo tempo, não vacilem também no desempenho profissional consciente e rigoroso, em obediência ao Código Deontológico.

Queixa apresentada pela jornalista Alexandra Borges contra a jornalista Débora Carvalho (direito a responder)

Queixa nº 36/Q/2020 Assunto O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu uma queixa apresentada pela jornalista Alexandra Borges, carteira profissional 1073A, contra a jornalista Débora Carvalho, carteira profissional 6192A, a propósito da notícia por esta última assinada na edição de papel, de 16 de Julho de 2019, do Correio da Manhã, sob o título “Mãe biológica diz que foi enganada pela TVI”. Queixa Alega a queixosa que não é correto Débora Carvalho ter escrito nessa peça: “O CM contactou Alexandra Borges, mas esta não quis fazer comentários, remetendo quaisquer declarações para a estação Media Capital”. A queixosa relata… ler mais

Queixa da GNR contra os jornalistas Ana Leal e André Carvalho Ramos (TVI)

Conselho Deontológico Queixa nº 33/Q/2019   Assunto: A 14 de julho de 2019 o Comando da Guarda General Republicana (GNR) apresentou ao Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) uma queixa contra os jornalistas Ana Leal e André Carvalho Ramos, ambos da TVI, a propósito da reportagem emitida no dia 6 de junho de 2019 com o título “Esquema de favorecimento a familiares de altas patentes da GNR” [nota: a reportagem tratava de dois temas diferentes, envolvendo a GNR, mas apenas os alegados tratamentos gratuitos a familiares de altas patentes foram motivos de queixa por parte da GNR]. Entende a… ler mais

Conferência – Informação e Desinformação na Era Digital | Miguel Marujo

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas participou esta segunda-feira na conferência "Informação e Desinformação na era digital", promovida pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto. Em representação do CD, o jornalista Miguel Marujo traçou um retrato dos tempos que se vivem no jornalismo e das dificuldades que os jornalistas enfrentam, com destaque para o trabalho precário, para os despedimentos que nos últimos anos esvaziaram as redações, deixando-as sem memória. Mais informação aqui.

Queixa de Gisela Jerónimo contra a Jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira

Queixa de Gisela Jerónimo contra a Jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira, da revista Cristina, sobre alegadas violações de regras deontológicas nos contactos que manteve com a sua filha menor de 14 anos com o objetivo de fazer um trabalho jornalístico sobre a sexualidade dos adolescentes. O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CDSJ) recebeu a 9 de março uma queixa de Gisela Jerónimo contra Margarida Menino Ferreira, da revista Cristina, sobre o assunto acima indicado. Alega a queixosa que a jornalista estagiária Margarida Menino Ferreira contactou a sua filha menor, de 14 anos, através da rede social Instagram, pedindo-lhe uma entrevista sobre sexualidade,… ler mais

Posição do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas sobre difusão de imagens do ataque terrorista na Nova Zelândia

O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas condena a difusão por órgãos de comunicação social portugueses das imagens do atentado terrorista de dia 18 de Março na Nova Zelândia gravadas pelo próprio terrorista. Tal difusão insere-se no domínio da banalização do terror, além de representar uma falta de respeito pela dignidade das pessoas assassinadas. A difusão acrítica de imagens está, por outro lado, em choque com o que é e deve ser o jornalismo, sempre obrigado ao escrutínio e à reflexão crítica. O Conselho Deontológico apela aos jornalistas portugueses e às direcções de informação que, de futuro, em situações do… ler mais