QUARTA-FEIRA
19 de Dezembro de 2018 | 05:57

Prémios de Ciberjornalismo distinguem pela primeira vez projetos independentes

Publicado a 23/11/2018 NOTÍCIAS

Público venceu galardão principal na 11.ª edição dos galardões, atribuídos na quinta feira.


A 11.ª edição dos Prémios de Ciberjornalismo distinguiu, pela primeira vez, dois projetos independentes, Fumaça e Divergente.
Os Prémios de Ciberjornalismo 2018 ficam marcados não só pela diversidade de meios distinguidos, como também por estreias entre os vencedores.
É o caso do projecto Divergente, que apresentou a melhor Reportagem Multimédia, com “Terra de Todos, Terra de Alguns”. O mesmo sucedeu com o Fumaça, que se evidenciou na categoria Narrativa Sonora Digital, ao apresentar o trabalho “Palestina, histórias de um país ocupado”. Ambos venceram no júri e no público.
Entregues na quinta feira, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, os prémios consideraram o Público o melhor meio de jornalismo em Internet, na categoria Excelência Geral. O Público venceu ainda em Infografia Digital, com o trabalho “Rohingya: uma crise sem fim”, naquelas que foram as escolhas do júri.
A Rádio Renascença foi distinguida por duas vezes, por ser a melhor em Última-Hora, com “Incêndios de 15 de outubro minuto-a-minuto” (#01, #02, #03, #04, #05, #06, #07, #08, #09, #10, #11, #12, #13, #14, #15, #16 e #17), e Narrativa Vídeo Digital, com “Pedrógão. Um ano depois do meu mundo arder”.
Em modo estreia esteve a categoria Ciberjornalismo de Proximidade, na qual foi distinguido o Reconquista – jornal regional do distrito de Castelo Branco – com “Famílias de Castelo Branco convidam imigrantes”.
O prémio Ciberjornalismo Académico foi para o ComUM – meio da Universidade do Minho –, com “Águas paradas movem o Tâmega?”.
As escolhas do público coincidiram, na maioria dos casos, com as votações do público. As excepções foram a categoria Infografia Digital, em que o público distinguiu o Jornal de Notícias, com “Pedrógão: Um ano depois, os momentos que não vamos esquecer”, e Última-Hora, que foi para o Público, com “Após 17 dias na gruta, acabou o calvário”.

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