QUARTA-FEIRA
21 de Novembro de 2018 | 02:20
Da esquerda para a direita: Augusto Correia, SJ, João Paiva, CIG, Carla Martins, ERC, Carla Cerqueira, CECS UM, e Dora Pinto, Associação Plano iDa esquerda para a direita: Augusto Correia, SJ, João Paiva, CIG, Carla Martins, ERC, Carla Cerqueira, CECS UM, e Dora Pinto, Associação Plano i

SJ no primeiro encontro do Grupo de Trabalho de Comunicação Intercultural

Publicado a 05/10/2018 NOTÍCIAS

O Sindicato dos Jornalistas participou I Encontro do Grupo de Trabalho de Comunicação Intercultural “Comunicar a Diversidade”. No Mosteiro de Tibães, em Braga, coube ao SJ comentar “O Papel do Jornalismo na promoção da Diversidade”.


Sob a moderação de Carla Cerqueira, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho, que organizou o encontro, o SJ salientou a importância da defesa da diversidade como forma de promover a igualdade e uma melhor democracia.
Esta é uma área em que o Sindicato dos Jornalistas quer ser mais ativo, ter uma ação maior na sensibilização dos jornalistas para as questões de género, para a forma como as minorias são representadas e para o perigo da presença de estereótipos na linguagem jornalística.
No mesmo painel, subordinado ao tema “A promoção da diversidade social nos/dos media portugueses: da investigação à intervenção”, o SJ teve oportunidade de recordar que, em 2017, o Cenjor, em parceira com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), organizou uma comunicação sobre comunicação e igualdade de género.
No encontro em Tibães, participaram, ainda, Dora Pinto, da associação Plano i, uma organização sem fins lucrativos cuja missão é a promoção da igualdade e da inclusão, e Sofia Pires, diretora da revista Plural & Singular.
Carla Martins, da Entidade Regulador para a Comunicação, sustentou que a “ERC tem possibilidade de fazer alertas e sugerir formas de atuar” em caso de falhas na abordagem jornalística quando estão em causa as minorias, questões de género e diversidade.
João Paiva, da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, alertou para a importância da “linguagem inclusiva” e do uso de “lentes de género” como formas de respeitar a diversidade. O objetivo da CIG, explicou, é que as questões de inclusão e da igualdade de género venham a fazer parte de todos os currículos das universidades.
O I GT de Comunicação Intercultural acolheu, ainda, um painel sob o tema da “Diversidade Cultural, migrações e Média”, divido em duas sessões, a primeira com moderação de Rosa Cabecinha e a segunda guiada por Isabel Macedo, ambas do CECS da UM.
Destaque, ainda, para um painel sobre “Comunicação para o Desenvolvimento, media e culturas”, moderado por Vítor de Sousa, do CECS da UM. Antes de uma mesa redonda em que se fez uma reflexão sobre o “Eurocentrismo, ressentimento e interculturalidade”, com moderação de Maria Rufino, do Mosteiro de São Martinho de Tibães, houve ainda tempo para um painel sobre “Comunicação Intercultural e Desenvolvimento, moderado por Lurdes Macedo, do CECS da UM.

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